terça-feira, 20 de outubro de 2009

SÉRIE: Grandes nomes da Ufologia - DWIGHT D. EISENHOWER

DWIGHT D. EISENHOWER

Dwight David "IKE" Eisenhower (Denison, Texas, 14 de outubro de 1890 — Washington, 28 de março de 1969) foi presidente dos Estados Unidos da América entre 1953 e 1961 e comandante supremo das forças aliadas durante a Segunda Guerra Mundial, tendo sido designado para este posto em 1943. Coube a ele o comando do desembarque na Sicília pelos Aliados. E graças a seus esforços diplomáticos foi possibilitado o desembarque aliado na Normandia - o Dia D.

Foi um dos pioneiros em entender que a guerra consistia muito mais em uma logística bem elaborada e organizada do que em soldados capazes e armas modernas. Sua iniciativa em criar uma frente ampla para combater os alemães ajudou na derrota destes, em maio de 1945. Encontrou-se com Georgy Zhukov, comandante-em-chefe do Exército Vermelho, tornando-se seu amigo pessoal.

Georgy Zhukov

Escolhido para o comando das forças armadas da OTAN em 1950, teve de abandonar esse posto precocemente, por ter sido escolhido candidato presidencial pelo Partido Republicano dos Estados Unidos. Assim sendo, em 1952, tendo Richard Nixon como vice-presidente, derrotou nas urnas o democrata Adlai Stevenson e encerrou vinte anos de domínio democrata na política americana. Como presidente, presenciou o nascimento da Guerra Fria e foi muito criticado por não estar a tom com os desdobramentos políticos desse evento (por exemplo, o envio ao espaço pelos soviéticos da nave Sputnik).

Richard Nixon

Foi em 1952, o primeiro candidato a contratar uma agência de publicidade (BBDO), e primeiro também a realizar a primeira pesquisa boca de urna, o tornando o precursor do marketing político moderno.

Mas existe algo de interessante neste ex-presidente americano, ou melhor, no passado dele que muitos de nós aqui sabemos, mas que outros nem imaginam. Do que se trata? Leia atentamente as linhas que vem a seguir e tire as suas próprias conclusões sobre esse fato ufo-histórico.

Há cinqüenta anos, em 20 de fevereiro de 1954, o presidente Dwight Eisenhower interrompeu suas férias em Palm Springs, Califórnia, para fazer uma viagem noturna secreta a uma base da Força Aérea próxima para se encontrar com dois seres extraterrestres. Ou talvez não. Talvez IKE (IKE é um pelido pelo qual Eisenhower ficou conhecido) apenas tenha ido ao dentista. Há controvérsia sobre o assunto. Pelo menos é isso que os registros da Casa Branca afirmam.

Michael Salla

A teoria "IKE-encontra-com-ETs" é sustentada por Michael Salla, um professor aposentado da American University que agora desenvolve o programa do “Centro Para a Paz Global” daquela instituição.

A teoria "IKE-vai-ao-dentista" é defendida pelo pessoal da Biblioteca Dwight D. Eisenhower, em Abilene, Kansas, e por James M. Mixson, professor de odontologia e historiador do trabalho odontológico presidencial.

James M. Mixson à esquerda

Apenas para fazer as coisas mais intrigantes: Na noite em questão, a Associated Press divulgou esta notícia: "Pres. Eisenhower morreu hoje à noite de um ataque de coração em Palm Springs". Dois minutos mais tarde, a “AP” se retratou desse boletim e relatou que IKE ainda estava vivo.

Oferta nuclear

Certamente, IKE estava vivo. E continuou vivendo até 1969. Mas décadas depois de sua morte, suas atividades na noite de 20 de fevereiro de 1954 se tornaram a fonte para estranhas teorias sobre seres alienígenas.

Alguns fatos são indiscutíveis: Eisenhower se encontrava em férias, para jogar golfe, em Palm Springs, em 20 de fevereiro de 1954. Após o jantar daquela noite, fez uma saída não programada do rancho Smoking Tree, onde estava hospedado. Na manhã seguinte, assistiu um culto religioso numa igreja em Los Angeles. Também essa manhã, seu porta-voz anunciou à imprensa que IKE tinha visitado um dentista na noite precedente porque lascou um dente ao comer uma asa de galinha no jantar.

Salla, que tem um PhD em assuntos governamentais pela Universidade de Queensland, na sua nativa Austrália, não acredita nisso. Ele configura a viagem ao dentista como um acobertamento da verdade. Acredita que IKE foi à Base de Edwards, da Força Aérea, onde se encontrou com dois ETs com cabelos brancos, olhos azuis pálidos e bocas descoloridas.

Estes alienígenas, apelidados de "Nórdicos" nos círculos ufológicos porque se assemelham a seres humanos escandinavos, viajaram até Edwards vindos de outro sistema solar em um disco voador e, segundo Salla, falaram com Eisenhower.

Exemplo de habitante Escandinavo

"Houve comunicação telepática", diz Salla, 45 anos, sentado em sua sala na suburbana Falls Church, " que é como se você escutasse uma pessoa mas ela não está falando". Os "Nórdicos" ofereceram compartilhar sua tecnologia superior e sua sabedoria espiritual com IKE se ele concordasse em eliminar as armas nucleares americanas. “Eles estavam receosos do que nós poderíamos detonar a partir da nossa tecnologia nuclear", Salla diz, "e aparentemente isso faria algo com o tempo e o espaço e teria impacto nas raças extraterrestres em outros planetas". IKE declinou a oferta do ETs, Salla diz, porque não quis abandonar as armas.

Tratado de abdução

Algum tempo mais tarde, em 1954, IKE firmou um tratado com outra raça extraterrestre, conhecida como "Greys" (cinzas) permitindo que capturassem gado terrestre e seres humanos para experiências médicas, contanto que os seres humanos retornassem em segurança para casa. Desde então, Salla diz, os "Greys" têm seqüestrado "milhões" de seres humanos.

Suposta foto do acordo entre Eisenhower e Greys

Salla, autor de "A viagem do herói através do segundo século americano", publicou suas teorias ET em seu novo livro, "Exopolítica: Implicações políticas da presença extraterrestre" e num artigo em seu web site "Exopolitics" (http://www.exopolitics.org).

Por muito tempo na década de 90, Salla estudou resolução de conflitos e tentou em vão aplicar esse conhecimento para impedir a guerra no Timor Leste e nos Bálcãs, ele conta. Frustrado, começou a procurar por uma conexão extraterrestre à miséria humana e encontrou a evidência de visitação ET, incluindo o encontro com IKE, na Internet.

"Há uma porção de material na Internet", diz, "e eu apenas os juntei e remendei". Enquanto isso, ensinava na School of International Service da American University. Em 2003 fundou o Programa Embaixador da Paz da universidade, descrito no site da “AU” como "um programa de verão que combina o estudo, práticas meditativas e preces cerimoniais em lugares selecionados de Washington visando promover a auto-energização individual e o governo divino em Washington".

Salla reforça que sua pesquisa ET não está ligada com seu trabalho no Centro para a Paz Global da “AU”. O pessoal do centro também se mostra ansioso em reforçar este fato. "A pesquisa que Michael Salla está fazendo não é conduzida em nome do centro ou em colaboração com o centro", diz Betty Sitka, diretora associada do Centro para a Paz Global. "Esta é sua pesquisa pessoal", explica.

Especialista em Aliens

Entrementes, a pergunta permanece: IKE encontrou-se realmente com ETs há 50 anos? "Não a nosso conhecimento", diz Jim Leyerzapf, um arquivista na Biblioteca de Eisenhower. "Não há nada nos arquivos que indica isso". Então Leyerzapf solta uma “gargalhada”.

Jim Leyerzapf

Ele já ouviu esta teoria antes. "Nós tivemos tantos pedidos sobre esse assunto que nós temos uma pessoa que se especializou nele". Essa pessoa é o arquivista Herb Pankratz. "Ele tinha especialização em transportes", Leyerzapf diz, "e nós decidimos adicionar UFOs ao tema. Ele comporta trens, aviões, automóveis... e discos voadores". A biblioteca recebeu dúzias de perguntas sobre a alegada reunião IKE-ET no final dos anos 80 e começo dos anos 90, quando diversos livros ufológicos falaram nessa teoria, Pankratz diz. "É interessante como estas histórias têm mudado", Pankratz aponta em um e-mail. "Inicialmente, os clientes reivindicavam que o presidente tinha feito uma viagem secreta à Base de Edwards para ver os restos dos aliens que tinham caído em Roswell, N.M., em 1947. As histórias anteriores então diziam que ele tinha realmente visto os aliens ainda vivos.

Prova "coroada"

Pankratz não compra nem uma nem outra teoria. Acredita na história do dentista, e cita James Mixson, historiador dental e professor de dentística na Universidade de Missouri. O artigo de Mixson "A historia da saúde oral de Dwight D. Eisenhower", publicado na edição de novembro de 1995 do Bulletin of the History of Dentistry, é o trabalho definitivo sobre os dentes de IKE.

Citando os registros do cirurgião geral no histórico médico e odontológico de IKE, aberto aos investigadores em 1991, Mixson relatou que na crucial noite de 20 de fevereiro de 1954, IKE lascou a capa de porcelana de seu "incisivo central esquerdo superior" e esta foi reparada pelo Dr. Francis A. Purcell.

À esquerda, Dr. Francis A. Purcell

Purcell não está disponível para comentários. Morreu em 1974, de acordo com Pankratz. "A falta de um registro dentário no escritório de Purcell", Mixson escreveu, "ajudou a dar combustível à crença neste encontro UFO". Mas Mixson rapidamente adicionou que "o presidente teve dificuldades bem documentadas com esta coroa". Certamente, a coroa, que foi instalada em julho de 1952, foi lascada e reparada em dezembro de 1952, em fevereiro em questão, e outra vez em julho de 1954, quando o dentista do presidente, Cel James M. Fairchild, o substituiu por "uma coroa de engastes delgados de ouro/platina".

Isso pode ser mais até do que você desejaria saber sobre o serviço odontológico de IKE. Se não, Mixson se estende sobre o assunto por mais algum tempo, citando uma longa e lírica passagem escrita por Fairchild sobre este incômodo incisivo presidencial.

Contudo, há outra questão em aberto: Por que a “AP” relatou que IKE morreu essa noite? "Alguém se enganou a respeito e deixou a coisa escapar", Pankratz diz. "Não deveria, mas escapou".

John S.D. Eisenhower

IKE nunca fez qualquer indicação pública sobre encontros com ETs, Pankratz diz. Mas talvez tenha ventilado algo à sua família? O filho de IKE, John S.D. Eisenhower, é um general brigadeiro do exército aposentado e autor de diversos livros sobre história, incluindo o "General IKE: Uma Reminiscência Pessoal".

Perguntado através de e-mail se seu pai tinha alguma vez mencionado se encontrar com aliens, John S.D. Eisenhower respondeu com uma resposta curta, mas enfática: "Não". E declinou de comentários posteriores...

Se desejar ver esse assunto em debate, clique AQUI

Postado na Comunidade por: Frank Sinnatra

A democracia nos EUA & A ação de entrelinhas contundentes

A democracia nos Estados Unidos da América & A ação de entrelinhas contundentes - Um perfeito equilíbrio, um movimento cadenciado que preenche o tempo e a História, um sistema complexo e fascinante O capítulo mais recente de um sistema bicentenário marcado por um equilíbrio interno sem paralelo, é marcado por um ponto fantástico - seu caractér cíclico, pois quando analisado friamente o grande período 1932-2008; notamos dois intervalos distintos, o primeiro 1932-1968 e o segundo 1968-2008, supreendentemente no interior de ambos, se fez notar uma lacuna, um soluço, um suspiro de arrumação para que a perpetuação não desequilibrasse o todo de um contexto, são eles 1953-1961 e 1977-1981 e ainda uma gradual transição. No primeiro, que inclusive entre os analistas americanos é chamado de Geração New Deal, tivemos o predominio da agenda e diretrizes democratas, progressistas, menos encerradas em si mesmas, com eixo motriz no cidadão médio. Roosevelt, Truman, Eisenhower, Kennedy e Johnson, nota-se a transição no seguinte ponto; entre 1933-1953 há a crescente democrata, entre 1953-1961 há o 'suspiro de arrumação' e após, um ponto curioso; o esperado seria um apontar para a direção conservadora, impregnada de dogmas, interligada aos grotões rurais, com a ascensão de um presidente republicano, e este seria o então Vice-Presidente Nixon nas eleições de 1960, mas houve um fator supresa, uma zebra histórica, Kennedy vence, ao lançar mão de uma nova ferramenta - o poder televisivo, a imagem em plena sintonia com o conteúdo, tanto que, há o dado emblemático que em um dos debates, os que acompanharam pelo rádio apontaram Nixon como vencedor já aqueles que miraram os televisores preferiram Kennedy. Pois bem, o senador ganha ocupa o Salão Oval e morre tragicamente, quem assume (ainda a bordo do avião rumo a Dallas) é Johnson que significa claramemente a gradual transição rumo a agenda republicana, pois ainda que democrata era ligado aos setores mais conservadores, escolhido para equilibrar a chapa de Kennedy com a captação de votos preciosos (já tinha-se em vista dispensá-lo quando da reeleição) Ainda com a penumbra da neutralização do fator surpresa de 1960 naquele vigoroso e importante 1968, um segundo e similiar fato caminhava para se fazer notar, Robert Kennedy despontava para ser o democrata indicado o que significaria uma certa ascensão à Washington, no entanto logo após o passo mais importante dessa crescente (a vitória nas primárias da Califórnia), o então senador morre tragicamente. Com os azuis cambaleantes [democratas] tudo segue seu rumo, Nixon consagra-se Presidente (em um movimento estranhamente sem precendetes - um nome derrotado em uma eleição presidencial retornado ao paréo na disputa seguinte). No entanto, sorradeiramente o círculo íntimo do ocupante do Salão Oval, edificava os alicerces de uma rasteira na predestinação (um movimento aos moldes Roosevelt-Truman-Eisenhower, na ponta política oposta), ao intentar obter informações preciosas de seus rivais azuis, eis Watergate. Nixon cai, seu segundo mandato é encerrado, Ford completa apaticamente o período final de seu antecessor, e que registre-se com figuras interessantes ao seu redor, se aproximando 'inocentemente'; Cheney, Rumsfeld e Bush, ou seja, uma transição para uma vertente mais dura dentro do conservadorismo republicano. "Soluço de arrumação", Carter e seus quatro anos mas o "show tem que continuar", o reeleito governador da California Reagan presta Juramento (com Bush como vice), oitos anos se passam, Bush Presidente de mandato único, 12 anos de 'predominio do elefante[símbolo republicano]', um equílibrio em escala micro era esperado, 12 anos da 'mula'[símbolo democrata], no entanto após os oito anos Clinton, aquela vertente (até aqui silenciosa) mais dura se fez notar, e mais uma fez na história (40 anos depois) um novo fator supresa é sentido, Al Gore 'declinado' da vitória e G.W. Bush vence. E o mais curioso, consegue se esquivar de uma neutralização de fator supresa (tal qual aquela pós 1960), quando afofa os travesseiros de seus sofás no Salão Oval para uso por 08 anos, eis o 11 de Setembro. Bush é reeleito, significando um segundo e último termo dessa vertente mais dura, tanto que internamente isso estava evidente e aceito, pois Cheney nem mesmo cogitou disputar o Salão Oval. Final de ciclos, dois grandes períodos de um movimento de precisão cartesiana, com um emblemático vértice. E fixo pelo seguinte, os instantes 1932-1968, 1968-2008, podem ser planificados cartesianamente pois fazem descrever uma parabola perfeita; como um ínicio, longa e esperada transição, um vértice, o lançar de movimento em direção contrária e uma transição culminando em seu final. Com dois fatores surpresa bem sucedidos em cada lado (1960 e 2000), seguidos por uma neutralização e um esquivar. E dois movimentos rumo à supresas semelhantes, abortados; um em cada lado, Robert Kennedy (1968) e Watergate (1974) Por questão de espaço e consideração pela paciência dos amigos, ainda que seja extremamente tentadora a vontade de fixar uma ante-dissertação em Ciência Política, optei por não desenrolar um elemento paralelo de perfeito encaixe às linhas anteriores - os sucessivos 'desenhos' congressuais nestes 76 anos (1932-2008). * A essência deste trecho:"Acho que é uma teia de interesses (...) e une muita gente poderosa que em suas reunioes definem o sistema e manipulam a massa, entre os muitos exemplos de manipulação, temos a manipulação de informação sobre ocorrências UFO" * Se evidencia pelo seguinte; pelos caminhos percorridos ('predestinados'), pelas soluções empreendidas para neutralizar fatores supresa, pois não há conjunto de forças absolutamente controladoras e que justamente por isso (e dentro do sistema americano de freios e contra-pesos) permite que talentos e forças inesperadamente depontem. Logo, como 'pano de fundo' de um sistema por si só equilibrado, há a atuação de entrelinhas que quando necessário contundentes são, para retificar, segundo suas conclusões, esta ou aquela trajetória pré-definida. Uma criança aprendendo a andar de bicicleta sob os cuidados do pai; ao mesmo tempo que supreende (inflando o infante de confiança) pode ser supreendido (pelo menor disparando ou acelerando de maneira anormal), portanto, as ações reflexas se farão notar e sentir. --> eis o swing dos Estados Unidos da América !!! Eleição do Presidente Obama e cenários futuros (...) A roda da política girou e rompeu, superou esse momento, encerrando um segundo grande período. Agora uma novo movimento parabólico esta em curso no qual inclusive, os possíveis acidentes de percurso (os fatores 'surpresa') são esperados e serão adequadamente neutralizados. Relendo um passado recente, uma transição (em escala micro) se fez presente em 2004, uma sonata em tres movimentos - a escolha de Kerry como candidato democrata, a ascensão de Obama enquanto orador de honra na convenção daquele partido (tanto que analisando-se friamente a campanha pré-presidencial do mesmo começou naquele instante (em 2004, friso novamente), pois através daquela Tribuna, foi apresentado à América um rosto e uma mensagem, preponderantes em uma virtuosa crescente) e a reeleição de Bush. Atrevo-me a apontar o seguinte;[baseado em passadas e presentes entrelinhas] O Presidente Obama será reeleito, sucedido por quatro anos de um republicano moderado (até porque este será o tom daquele partido que ensaia um movimento de reorientação interna, em suma, a linha dura cumpriu o seu papel na História) e após este um democrata (*) ocupará, novamente, o Salão Oval. (*) este nome já está despontado, vagarosa e calmamente, mas serei cuidadoso ao não apontá-lo neste instante, mas se estiver eu, lendo corretamente as entrelinhas da atualidade, será um reencontro com algo pendente, um 'acerto de contas' com um passado distante, mais uma prova que o sistema checks and balances & entrelinhas, é perfeito

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

SÉRIE: Grandes Nomes da Ufologia - Robert Scott Lazar

Robert Scott Lazar (Coral Gabbles, California, 26 de janeiro de 1959), também conhecido por Bob Lazar, é um físico norte-americano que se notabilizou pela polêmica causada nas discussões sobre OVNIs acerca da Área 51. Lazar alega ter trabalhado de 1988 a 1989 como físico em uma área chamada S-4, localizada perto de Groom Lake, Nevada, próximo à Área 51.

Robert Scott Lazar

Crachá de Lazar de acesso à Área 51

Seguro Social e Contra-Cheque

Robert Lazar, engenheiro e físico nuclear, que afirma ter sido convocado para trabalhar num projeto secreto, chamado Projeto Galileu, destinado ao estudo de naves extraterrestres. Estas naves teriam sido capturadas pelo governo norte-americano em acidentes ocorridos no sul dos EUA e estariam sendo estudadas nesta base ultra secreta. A função de Lazar era estudar os meios de propulsão destes discos.

Segundo Lazar o sistema de propulsão destas naves era composto por uma espécie de reator que produzia antimatéria e reagia com matéria numa reação de aniquilação. Este reator tinha apenas 45 cm de diâmetro por 30 cm de altura e localizava-se no centro do disco. A forma como acelerava prótons no reator e a forma como o calor era convertido em eletricidade eram totalmente uniformes, sem qualquer desperdício de calor ou de energia latente. O reator parecia ser alimentado com um elemento não encontrado na Terra. Parte de sua contribuição no projeto era descobrir que elemento era este e onde ele se ligava à tabela periódica dos elementos químicos.

AntiPartículas

Depois de muitas pesquisas sua equipe chegou a conclusão que esse elemento seria de numero atômico 115. Alem disso, em todos os discos voadores existentes no setor S-4 da Área 51 haviam amplificadores gravitacionais, posicionados um junto do outro em suas bases, os quais eram os mecanismos de propulsão das naves. O que e antimatéria? E possível construir um propulsor de antimatéria? O que ha de verdade por detrás das declarações de Bob Lazar?

O que são antipartículas?

Joseph John Thompson

Em 1897, Joseph John Thompson, baseado em experiências de vários Físicos e de seu próprio grupo, mostrou que os raios catódicos eram constituídos por partículas com carga elétrica negativa, batizadas por G. Stoney como elétrons em 1891. Esta e outras descobertas notáveis no fim do século XIV abriram novos horizontes no mundo da Física que culminaram, no inicio do século XX, com os modelos atômicos de Ernest Rutherford e Niels Bohr. Desde então, os físicos começaram a compreender que toda a matéria compunha-se de certos tipos diferentes de partículas. Em 1930, o físico Inglês Paul Dirac, um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento da mecânica quântica, estava desenvolvendo uma teoria matemática para descrever o comportamento dessas partículas, quando concluiu que cada tipo de partícula deveria ter sua partícula oposta. A teoria de Dirac previu existência de uma partícula de mesma massa que o elétron, mas com uma carga positiva, batizada de "antielétron". Do mesmo modo, também previu uma partícula com a mesma massa que a do próton, mas com uma carga negativa. De fato, estas partículas foram posteriormente descobertas, de forma que hoje temos um "antielétron" ou "pósitron", um "antipróton", um "antimeson" e outras antipartículas. Hoje sabemos que para a maioria das partículas conhecidas existe uma corresponde antipartícula.

Paul Dirac

Qual a definição de antimatéria?

Desde o século XIV sabemos que a matéria que conhecemos e formada por átomos, que por sua vez são compostos de prótons, elétrons e nêutrons. Do mesmo modo, um antiátomo seria composto por um antipróton, um antielétron e um antinêutron. Esses antiátomos se agregariam em (anti) moléculas, que por sua vez formariam a antimatéria. Assim, a antimatéria é formada por antipartículas que tem a mesma massa e spin que suas partículas correspondentes, porem com carga oposta. Pelo menos em tese, com os antiátomos e as antimoléculas seria possível criar um mundo de antimatéria habitado por antiseres!

Fermi National Accelerator Laboratory

Certamente é um pensamento ousado, mas é possível que existam regiões no universo onde a antimatéria é dominante, e a matéria que nos conhecemos sendo criada somente em reações nucleares para ser logo aniquilada, como acontece com a antimatéria no universo que conhecemos, e se a vida não é fenômeno único na Terra, como imaginamos não ha razão para que estes antiseres não possam existir! Até recentemente, a existência de antimatéria só era constatada pelas antipartículas e não existiam evidencias experimentais de que estas antipartículas pudessem se agrupar para formar agregados macroscópicos. Na realidade nenhum antiátomo jamais foi (havia sido) criado em laboratorio. É verdade que alguns cientistas afirmavam informalmente que pesquisadores de Harvard estavam no limiar da produção do átomo de anti-hidrogênio (ou um antiátomo de hidrogênio). Agora, de acordo com o jornal O Guardião (The Guardian) da Alemanha, pesquisadores acreditam que ja podem produzir uma forma de antimatéria, que um dia podera ser usado como propulsor de uma nave espacial.

Pesquisadores do Fermi National Accelerator Laboratory (EUA) ou FERMILAB, o laboratório de aceleração de partículas do departamento de Energia norte-americano, em Illinois, acham que é possível criar átomos de anti- hidrogênio com uma eficiência que lhes permita estudar pelo menos suas propriedades e fornecer meios de provar teorias fundamentais da física. No FERMILAB, a antimatéria não é coisa de ficção científica. É a pesquisa básica de milhares de cientistas que utilizam as suas instalações. Talvez, essa nova descoberta e as pesquisas destes milhares de cientistas, permitam no futuro reproduzir um sistema de propulsão, como o usado pela nave USS Enterprise da serie de ficção científica Jornada nas Estrelas ou, quem sabe, se for verdadeiro, reproduzir o sistema de propulsão dos Ufos supostamente investigados por Bob Lazar.

O fato é que, quando a antimatéria entra em contato com "a matéria normal", os dois estados se aniquilam e produzem energia pura. O potencial dessa forma de energia há muito tempo era conhecido pelos escritores e aficionados da ficção científica, mas ainda não podia ser levado a sério porque a antimatéria não existe naturalmente na Terra e era (ou é) extremamente difícil de criá-la. Aliás, um dos grandes mistérios do mundo que conhecemos é que não se sabe a razão de existir mais matéria que antimatéria no Universo.

Mas, voltando ao que diz Bob Lazar, mesmo que já se possa criar antimatéria em laboratório, mesmo que se possa usar esta forma de energia para impulsionar naves terrestres ou Ufos ainda existe outros grandes problemas e um deles é o armazenamento desta forma de energia. O caminho viável passa por campos magnéticos, que são absolutamente essenciais para lidar com quantidades substanciais de antimatéria sem que ocorra uma catástrofe.

O sistema de armazenamento de antimatéria a bordo de uma nave espacial devera ser semelhante ao utilizado pelo FERMILAB para armazenar antiprótons durante longos períodos. Como os antiprótons e os antielétrons são partículas carregadas eletricamente é necessária a presença de um campo magnético forte para manter essas partículas aprisionadas em orbitas circulares. Logo, se as partículas são aceleradas em campos elétricos e então um campo magnético de intensidade apropriada é aplicado, e as antipartículas viajam em círculos de tamanho predeterminado. O que permite que eles sejam armazenados em dispositivos em forma de anel onde as antipartículas nunca tocam as paredes, evitando desse modo que se aniquilem em uma grande explosão.

Reator experimental do tipo TOKOMAK

Este princípio também é usado nos reatores experimentais do tipo TOKOMAK, utilizados para armazenar plasmas de altas temperaturas para o estudo da fusão nuclear controlada, onde um plasma a aproximadamente 107 K não pode ser confinado nos reatores convencionais. Como este novo estado da matéria (plasma) e constituído de elétrons e íons carregados, é possível o seu confinamento por campos magnéticos. Os íons e os elétrons executam trajetórias helicoidais em torno de linhas de indução magnética, que se fecham ao longo de um toroide. Isto é a base dos reatores de fusão do tipo TOKOMAK, em funcionamento experimental na antiga RUSSIA e EUA. O reator TOKOMAK é semelhante a um transformador onde o circuito secundário é constituído por um "toroide" que confina o plasma. O grande problema e que os TOKOMAKs, que em principio poderiam ser usados como modelo para construção de um dispositivo de confinamento de antimatéria, é de dimensões gigantescas. No entanto, é possível que uma ciência muito mais avançada que a nossa consiga armazenar a antimatéria em pequenas "garrafas magnéticas".

De qualquer forma, mesmo que estas novas descobertas permitam criar um propulsor a base de antimatéria e, também, criar pequenas "garrafas magnéticas" para transportar o "combustível", como os supostos discos voadores estudados por Bob Lazar, ainda restaria o problema da velocidade da luz. Segundo a Teoria da Relatividade Especial, do grande Físico alemão Albert Einstein, a velocidade máxima que um corpo pode atingir é a velocidade da luz e, alem disso, existe uma relação entre massa e energia dada pela equação E = mc2 (energia = massa X velocidade da luz ao quadrado), que nos diz que toda energia do Universo não seria suficiente para acelerar um grão de areia, quanto mais uma nave espacial, para alem da velocidade da luz. Certamente são argumentos fortes de uma grande teoria que tem resistido a todas as provas e, em principio, teríamos que concordar que as viagens interestelares são praticamente impossíveis de serem realizadas. E ainda, como as leis Físicas são universais, o que significa dizer que daqui a um milhão de anos a Teoria da Relatividade será tão valida quanto ela o e nos dias atuais, independente das novas descobertas da nossa ciência que certamente acontecerão, se essas naves existem e são oriundas de civilizações mais adiantadas, por mais adiantados que elas estejam elas também estariam limitados por estas leis da Natureza e jamais conseguiriam empreender viagens interestelares em nossa direção. Logo, eles não poderiam estar entre nós! Assim, em principio, se Lazar realmente viu alguma nave na Área 51, essas naves não poderiam ser extraterrestres, independentemente da propulsão por antimatéria ser possível ou não!

Mas, para os defensores de Bob Lazar, nem tudo esta perdido! Apesar das poucas informações disponíveis, ainda restam os "amplificadores gravitacionais".

Como funcionariam estes amplificadores?

Amplificador Gravitacional

Ainda, segundo Bob Lazar, estes dispositivos seriam os verdadeiros "motores" das naves.

Bem, quanto ao seu funcionamento nada podemos afirmar de concreto, primeiro porque dispomos de poucas informações e, segundo, mesmo que tivéssemos mais informações não acredito que nossa ciência teria condições de entender, pelo menos nos próximos 30 anos, não só os princípios Físicos envolvidos como todos os mecanismos que possibilitariam a estas naves empreender viagens a pontos tão distantes do nosso universo. Mesmo assim, podemos fazer algumas suposições...

Do ponto de vista da mecânica quântica, para que haja ação de uma força, é necessária a troca de partículas virtuais entre os corpos envolvidos e, desde da explicação da radiação do corpo negro por Planck em 1900, estas partículas são chamadas individualmente de "quantum". Desde 1905, com a explicação que Einstein deu ao efeito fotoelétrico, sabemos que o "quantum" de energia da força eletromagnética é o fóton. Do mesmo modo, para que a Terra gire em torno do sol, os dois ficam trocando bilhões de grávitons, que e a partícula que (provavelmente) faz a mediação da força gravitacional.

Qual a relação entre os grávitons e as declarações de Bob Lazar? Será que a função desses amplificadores é intensificar a ação desta "força gravitacional", distorcendo o espaço-tempo e criando atalhos para outras regiões do universo?

Desde a publicação da Teoria da Relatividade Generalizada, por Einstein em 1916, que a gravidade, definida pelo grande Newton como sendo a forca de atração entre dois corpos, deixou de ser uma força e passou a ser uma entidade relacionada com "distorção do espaço-tempo". Assim, a presença de uma massa no espaço seria capaz de "entortá-lo", de "curvar o espaço" como se o mesmo fosse uma folha de borracha. Esta nova visão do mundo possibilitou aos cientistas vislumbrar novas teorias e possibilidades muito mais excitantes, jamais sonhadas pelo homem. Junto com o espaço curvo vieram os buracos negros, os buracos de minhoca, a velocidade de dobra, o espaço deformado do físico mexicano Miguel Alcubierre e, ate mesmo a possibilidade de viagens no Tempo. A grande verdade e que o espaço curvo abre todo um universo novo de possibilidades.

Físico mexicano Miguel Alcubierre

Assim, e possível imaginar que esses "amplificadores gravitacionais" não sejam simples sistemas de propulsão e sim dispositivos com capacidade para realizar distorções no espaço-tempo com intensidade suficiente para criar atalhos (ou, como alguns preferem, portais) para mundos distantes. Mas isso não passa de simples especulação! Por outro lado, a Teoria da Relatividade Geral e tão complexa, que significa que ainda hoje não compreendemos completamente todas as suas conseqüências e, portanto, não podemos excluir todas as possibilidades existentes, por mais absurdas que elas possam parecer no momento.

Críticas

  • As indicações de Lazar tem sido criticadas como infundadas. Seu verdadeiro conhecimento sobre ciência tem sido questionado. O físico David. L Morgan, por exemplo, critica como "em nenhuma ocasião o Sr. Lazar reconhece que seu cenário viola as leis da física como as conhecemos, e em nenhuma ocasião ele oferece algum indício de novas teorias que fariam seu mecanismo possível.
  • Algum ceticismo científico sobre o relatório de Lazar se baseia no fato de que enquanto o elemento 115 ocorre em uma escala numérica atômica para maior estabilidade, experimentos terrestres para produzi-lo indicam uma meia-vida da ordem de segundos e não anos. Lazar contra-argumenta que um isótopo obtido somente sob formações estelares distantes pode ser mais estável do que um resultante da colisão de elementos estáveis através de meios convencionais. Lazar enfatiza que a física nuclear está evoluindo rapidamente e que os cientistas logo estarão capacitados para produzir isótopos estáveis daquele elemento oficialmente.
  • Lazar diz ter graus avançados do Instituto Tecnológico de Massachusetts e do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Entretanto, de acordo com investigações, seu nome não aparece no registro de alunos de ambas as instituições. O livro de registros sequer contém fotos de identificação ou outras referências a Bob Lazar. Lazar alega que isto é resultado de uma intervenção do governo para apagar sua identidade passada.
  • Stanton T. Friedman, um físico e pesquisador de OVNIs, concentram-se principalmente na discrepância da educação de Lazar. Friedman afirma que a transcrição da Escola Secundária de Lazar mostra que ele terminou "em anti-penúltimo lugar na sua classe", tornando-o um candidato improvável para o MIT. Friedman também cita evidências de que Lazar estava registrado no Los Angeles Pierce College ao mesmo tempo em que alega estar trabalhando em seu grau do MIT. Entretanto, a distância entre as escolas é de mais de 4000 quilômetros.
  • Em seu website comercial United Nuclear, Lazar escreve na sessão about: "Bob tinha anteriormente trabalhado no Laboratório Nacional de Los Álamos especificamente nas instalações Meson Phisics, envolvido com experimentos utilizando o Acelerador de Partículas Linear de meia-milha de comprimento". Os críticos argumentam que o Laboratório Nuclear de Los Álamos não poderia apoiar essa alegação: o laboratório experimental negou inclusive ter empregado Lazar. O repórter investigativo George Knapp, entretanto, encontrou o nome de Lazar no livro de telefones do laboratório, indicando que Lazar trabalhou lá como técnico...

Ocupações atuais

United Nuclear

Bob Lazar administra uma companhia de suprimentos científicos com base em Albuquerque, Novo México, chamada United Nuclear. United Nuclear vende uma grande variedade de materiais incluindo minérios radioativos, ímãs poderosos, curiosidades científica como o aerogel e uma série de químicos. A empresa alega ter "mais de 250.000 clientes satisfeitos" incluindo escolas e cientistas amadores.

Uma reportagem de 2006 na Wired Magazine afirma que Lazar e sua esposa e agente de negócios Joy White foram presos em junho de 2003 por vender produtos químicos que poderiam ser utilizados na fabricação de fogos de artifícios. O casal foi acusado em 2006 por graves violações ao Ato Federal de substâncias Perigosas.

O site da empresa também faz propaganda de um kit protótipo que adapta veículos normais de estrada ao combustível de Hidrogênio. A United Nuclear diz que os kits estão sendo segurados devido as ações da Comissão de Segurança do Consumidor e do Produto.

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Postado na Comunidade por: Frank Sinnatra