terça-feira, 27 de outubro de 2009

A BÍBLIA POR UMA VISÃO UFOLÓGICA - Parte 4


FALANDO DE ENOQUE - ABDUÇÃO RELATADA
Enoque, Um Enviado

O primeiro versículo do relato atribuído a Enoque refere-se nitidamente à aparição de dois seres de enorme estatura, que realmente deveriam ser muito estranhos, tal foi o terror demonstrado pelo contactado ao notar as características físicas incomuns. Ante seu espanto, os seres informaram-lhe que dentro em pouco ele “subiria aos céus”, e que pelo tempo que deveria permanecer fora, teria que passar instruções à sua família sobre o que fazer durante sua ausência. Literalmente, Enoque seria abduzido por dois seres bem diferentes dos humanos que, conforme sua descrição, tinham faces resplandecentes, olhos como chama e uma voz que soava como um canto. Eles possuíam também algum tipo de instrumento nas costas, identificado por Enoque como “asas mais brilhantes que o ouro e as mãos mais brancas que a neve”.

Essas criaturas podem ser enquadradas como seres humanóides do tipo 03, variação 03, conforme classificação de Jader Pereira, ou algo entre o tipo beta e o gama, segundo a classificação de Claudeir Covo. As asas douradas poderiam representar algum tipo de instrumento metálico localizado nas costas, talvez para função comunicativa, respiratória ou locomotiva. Esses dois seres que acompanhariam Enoque na maior parte da viagem, até seu retorno, são identificados como os anjos Samuil e Raguil. A jornada do abduzido deveria, no mínimo, chegar aos limites da Via Láctea e durar muitos anos para quem estivesse na Terra, uma vez que, assim como vários lugares, ou céus foram descritos e algumas estrelas além do Sol também parecem ter sido visitadas.



De acordo com a Teoria da Relatividade de Einstein, para uma pessoa que viaje grandes distâncias a velocidades muito altas, o tempo passará mais vagarosamente em relação à outra que permaneça em repouso num ponto estacionário. No caso, quem permaneceria em repouso seria sua família, por isso as instruções durante um tempo que, à vista de Enoque [Em movimento], seria muito menor que o de sua família [Em repouso]. A jornada deve ter durado no mínimo 30 dias, tempo em que escreveu seus 366 livros, de acordo com o que coloca o 23º capítulo do apócrifo, e mais o período de observação dos céus.
Entretanto, segundo a Bíblia, em Gênesis, capítulo 05, versículos 21 a 24, Enoque gerou Matusalém aos 65 anos e gerou outros filhos e filhas antes da viagem. Retornou, repassou tudo o que vira em mais 30 dias na Terra e partiu novamente aos céus, vivendo ao todo 365 anos terrestres. No entanto, no apócrifo, Enoque afirma que foram 165 anos de vida antes do nascimento de Matusalém, e não 65. Na menor das hipóteses, teria a viagem de Enoque durado mais ou menos 100 anos terrestres e, na maior, 200. Conforme cálculos baseados nos estudos de Einstein, uma viagem de ida e volta ao limite de nossa galáxia, a velocidades próximas à da luz, duraria quase 200 anos para quem estivesse no planeta, enquanto que, para o viajante, esse tempo quase pararia.


O terceiro capítulo do livro de Enoque, apesar de pequeno, com apenas um versículo, mostra claramente que ele foi levado ao lugar ao qual se refere como “primeiro céu” , através das asas dos anjos, e depois elevado às nuvens. O que nos parece com um verdadeiro traslado antigravitacional, causado provavelmente por alguma força que provinha do que estava nas costas dos dois seres, suas asas, levando-o do chão à nave. Essa, por sua vez, içou vôo em direção ao espaço, a exemplo do que ocorreu com Elias [II Reis, capítulo 02, versículo 11], levado por uma carruagem de fogo aos céus.
O GRANDE MAR






Durante o vôo, Enoque tem, acima, a visão do espaço sideral [Éter] e ao olhar o horizonte e abaixo, os seres mostram o que mais lhe parecia com um grande mar, “maior que o mar da Terra”. Enoque, neste momento, possivelmente teve a mesma impressão que Yuri Gagarin teve, em 1961, ao dar a primeira volta ao redor do planeta, na nave Vostok 1, quando exclamou a famosa frase: “A Terra é azul”. Para Enoque, pode ser que o grande horizonte azul do planeta, quando se chega às últimas camadas da atmosfera, lhe parecera o maior dos mares. Após alguns lances de admiração, o quarto e quinto capítulos descrevem como Enoque entrou em contato com outros seres que provavelmente ocupavam maiores postos na hierarquia divina, já que foram reconhecidos como “anciãos e os dirigentes das ordens estelares”, bem como seus subordinados. Deve-se considerar que, frente àquelas novidades, o contactado poderia muito bem confundir os locais que visitava, já que sua cultura não possuía palavras para expressar exatamente o que presenciava. O que ele entendia como céu, estrelas, planetas e cidades, poderiam ser veículos que transportavam a ele e aqueles exércitos de homens, provavelmente naves que compunham uma frota estelar, dada a riqueza de detalhes de sua descrição. Aqui percorremos o perigoso terreno das suposições, mas sabemos que sem ele a ciência não caminha.




“E então apareceram dois homens extraordinariamente grandes, como eu nunca vira antes na Terra. E eles disseram: ‘Tu deves subir aos céus conosco: Não demorei em obedecê-los. Mostraram-me 200 anjos que dirigiam as estrelas e suas fundações nos céus. Voavam com suas asas e pareciam que navegavam”. — Profeta Enoque, descrevendo uma abdução alienígena nos evangelhos apócrifos que escreveu convenientemente excluído da Bíblia.

No primeiro céu (*), Enoque retrata aquilo que lhe parecia neve e os anjos que “mantêm seus terríveis depósitos”, talvez pela cor branca ou claridade que de lá emanava. Segundo descrições, seria um local onde anjos controlavam uma “tesouraria” e de onde partiam “nuvens” para vários locais. Analisando-se essas palavras sob o ponto de vista da tradução ao pé da letra, vamos ver que tesouraria, neste caso, refere-se a um local cheio de tesouros, com uma forte iluminação interna. Isso nos induz a comparações bem interessantes com cabines de aviões ou torres de controle de aeroportos.
(*) Observação importante: O apóstolo Paulo na sua segunda carta escrita aos Coríntios, no Cap. 12, versículo 2, fala sobre esse assunto, quando diz: ” Conheço um homem em Cristo que há catorze anos (se no corpo, não sei, se fora do corpo, não sei; Deus o sabe) foi arrebatado ao terceiro céu.”  - Ou seja, essa é uma referencia fora dos livros apócrifos sobre os "céus" mencionados por Enoc.
Como um habitante da Antigüidade interpretaria o conjunto de luzes coloridas, botões, alavancas, painéis, gráficos luminosos, telas de radar ou de computadores e toda espécie de equipamento para navegação aérea e espacial, dentro de uma cabine de avião ou numa sala de controle da NASA, por exemplo? Naquela época, tesouraria seria uma boa forma de comparação. Quanto às nuvens dirigidas e seus terríveis depósitos? O que seriam? Certamente, não se tratava de vapor d’água armado. Seriam astronautas militares os anjos diretores de estrelas que voavam em suas asas, navegavam e possuíam suas funções no céu?


Nos capítulos 11 e 12, o viajante visita e identifica o que nos parece ser a rota da Terra, no Sistema Solar, ou pelo menos segue a órbita de um planeta com vida, em torno de uma estrela. Acompanhado de vários aparelhos voadores alados, Enoque nomeia dois principais: Fênix, o mitológico pássaro grego que era único, não se reproduzia e ressurgia de suas próprias cinzas, e Chalkydri, termo que parece vir da união de duas palavras do sânscrito, Chakchur [O olho do mundo ou Sol] e Kîrti [Luz, esplendor]. Ambas possuíam pés em formas que lembravam a cauda de um leão, corpo cônico achatado e com formato de cabeça de crocodilo, com grandes dimensões.


Qualquer semelhança entre essas e um ônibus espacial Discovery, flutuando por meio de jatos estabilizadores, como várias asas laterais, sapatas de aterrissagem dotadas de sistema propulsor, bem como na parte traseira da nave, que podem lembrar caudas de leão, seria coincidência?
Armas Terríveis
O relato esquenta quando, nos versículos 07, 10 e 18, Enoque relata o que lhe parecia o inferno. Nos dois primeiros, ele apenas identifica os seres sofredores, vigiados por anjos de pele escura, que descreve como “impiedosos que portavam armas terríveis”, mas no versículo 18 observa e fala aos soldados chamados “grigori”, seres com aparência humana que “eram maiores que os maiores gigantes”. Estes possuíam rostos sem viços e bocas que apresentavam “silêncio perpétuo”. Segundo um dos seres que acompanhavam Enoque em sua jornada, os grigori, ao que parece, são parentes dos gigantes que visitaram e fecundaram mulheres terrenas, conforme relato bíblico no Gênesis, capítulo 06, versículos 01 a 04, em passado remoto, dando origem a homens que impressionavam pela altura e pelas inimizades. (Acredito que se pareça com o robô do filme "O dia em que a Terra parou")





grigori
Neste versículo, percebe-se uma grande semelhança entre os fatos do Gênesis e os relatos de mulheres abduzidas da época contemporânea, submetidas a processos de fecundação após o rapto, geralmente praticados por seres alfa cinzentos, os famosos Grays. Seriam os tais anjos escuros? Alguns deles chegavam a atingir grandes estaturas. Será que o termo grigori, pronunciado naquela época para identificar esses humanóides, tem alguma correlação com a identificação Gray adotada atualmente? Tanto uns quanto os outros, excetuando-se alguns casos, são mencionados com envolvimento no lado mau da história de Enoque e nos raptos acompanhados de experiências reprodutivas, os quais atualmente deixam sérias conseqüências psicológicas.
“Os seres mostraram a Enoque um grande mar, ‘maior que o mar da Terra’. O profeta teve, possivelmente, a mesma impressão que Yuri Gagarin, em 1961, ao dar a primeira volta ao redor do planeta, quando exclamou: ‘A Terra é azul’

Finalizando, Enoque escreveu 366 livros resumindo tudo o que lera nos chamados “livros do Senhor”, e retornou a Terra. Mas não sem antes passar por uma experiência comum em relatos de abdução. No dito “décimo céu”, citado no 22º capítulo de seu livro, ele identifica a face do Senhor como “... ferro que arde em fogo e que, ao sair, emite faíscas e queima”. Seguindo as ordens do mesmo Senhor, um outro anjo chamado Micael ungiu Enoque com uma substância e o vestiu com uma roupa luminescente que o fez assemelhar-se aos seres, e dotou-o com uma “pena de escrita rápida”, mostrando-lhe vários livros para escolha de alguns a serem copiados. Enoque gastou 30 dias e 30 noites para concluir sua tarefa. Retornou à Terra, passou tudo a seus filhos em mais 30 dias e partiu novamente, em definitivo, aos céus. Em alguns casos de abduções investigados por psicólogos, os abduzidos atuais relatam, sob hipnose, ter passado por experiências semelhantes à dele, quando foram untados, submetidos a intervenções médicas e, em muitos casos, receberam informações sobre a vida na Terra e em outros planetas.
A Gravidez de Maria
Sabe-se que Ana e Joaquim não podiam ter filhos. Afinal, ao que tudo indica, Ana era estéril, mas mesmo assim Maria nasceu. Seria um milagre da divina providência ou o anjo que apareceu a operou e proporcionou-lhe a fecundidade? Segundo posições religiosas, isso não deve ser discutido, pois para Deus tudo é possível. Entretanto, a ciência não vê os fatos dessa forma e, a menos que questionemos a veracidade dos vários Evangelhos, devemos seguir em frente. Sem nos deter, prosseguindo o ingrato caminho do cientificismo, se tomarmos como premissa que um ser especial como Jesus deveria possuir características genéticas especialíssimas para se tornar um Homem-Deus, devemos considerar também que não só o seu Pai Celestial, mas também sua mãe terrena, deveriam ser especiais.

Hoje em dia, verificamos em publicações médicas e na própria mídia a possibilidade de operações cirúrgicas que utilizam computadores ligados às câmeras, bisturis a laser e cauterizadores de alta tecnologia e precisão. Incluem-se aí procedimentos como fecundação artificial in vitro, neurocirurgias, cateterismos etc. Algumas operações dessas são, inclusive, executadas por médicos que estão a milhares de quilômetros do paciente, através de câmeras e vídeos remotos [Videoconferência], ligados via satélite. Assim é possível controlar os movimentos cirúrgicos dos aparelhos executores, enquanto que, no local da operação, estão presentes apenas alguns médicos assistentes e enfermeiros, além do paciente anestesiado.



Entretanto, isso seria fruto de uma imaginação lunática de autores de ficção científica, se transposto para a época de nascimento de Maria e de Jesus. A não ser que consideremos a possibilidade de que a Terra seja visitada por seres de outros orbes celestes há milênios, como afirmam grandes ufólogos. O filme Intruders [1992], baseado na obra de Budd Hopkins, expressa com muita propriedade as cirurgias de implantes e fecundações ocorridas em naves alienígenas, sofridas por abduzidos investigados pelo autor via hipnose.



  Roger Leir

Chegamos a ponto de existirem cirurgiões especializados na retirada de chips implantados nas vítimas, como é o caso do norte-americano doutor Roger Leir [Autor do livro Implantes Alienígenas, Somos Cobaias de ETs?, código LV-11 da biblioteca Ufo]. Neste caso, é possível até a afirmação de que a tecnologia acima citada é obsoleta, se comparada à capacidade tecnológica que teriam esses seres superiores de viajar pelas infinitas galáxias do universo.

Os Proscritos da Bíblia
Supondo a possibilidade dessa teoria, levantamos uma séria dúvida sobre quem teria fecundado Ana, se Joaquim encontrava-se longe de casa. No Evangelho de Tiago, parte integrante do livro Apócrifo, Os Proscritos da Bíblia, já mencionado, percebemos que “... Joaquim ficou muito atormentado e não procurou sua mulher, e se retirou para o deserto. Ali armou sua tenda e jejuou por 40 dias e 40 noites”. Some-se a isso o fato de que teriam andado 30 dias consecutivos na viagem de retorno, totalizando mais de dois meses fora de casa. Teria também Joaquim tido um contato de 4º grau, já que o anjo de Deus apareceu-lhe rodeado de um imenso esplendor, conversou e após isso se elevou aos céus em meio à fumaça? O que teria causado tamanho choque a um homem como Joaquim, que o teria deixado prostrado ao chão durante horas, levando também grande dificuldade aos seus servos para levantá-lo?

O que queria o anjo dizer com a frase “Minha comida é invisível e minha bebida não pode ser captada por olhos humanos”, quando estes itens foram oferecidos por Joaquim? Parece que esse mesmo anjo também apareceu para Mateus e Tiago, pois os apócrifos de ambos, de forma semelhante, ditam a mesma história. As semelhanças continuam durante os relatos sobre os primeiros anos da vida de Maria no templo, quando ela era vista freqüentemente sendo assistida e alimentada por anjos, enquanto que os alimentos que a ela eram oferecidos pelos sacerdotes “eram divididos com os mais pobres”. Que tipo de alimentação especial só Maria deveria ingerir? Seria essa a mesma razão que levou o anjo a rejeitar o alimento que lhe fora oferecido por Joaquim? O que quis Mateus dizer quando se referia à face resplandecente como “a neve de Maria”, e por isto “apenas se podia olhá-la com dificuldade?” A característica luminosa de Maria parece ser uma constante entre os anjos bíblicos, assim como em casos de avistamentos contemporâneos de tripulantes de UFOs. Estas, assim como outras questões, compõem o campo ufológico, e dele não devemos abrir mão.

Como não estamos discutindo a questão religiosa, mas sim a científica, as afirmações contidas nesses textos nos remetem à nublada região das suposições sem base concreta de afirmação, uma vez que elas provêm de interpretações teológicas. Entretanto, da mesma forma, elas nos revestem com a dúvida da simples e veemente negação cética, posto que o grande número de relatos semelhantes, com referência a uma mesma ocorrência, nos conduz à afirmação de que a história realmente tenha sido dessa forma. Neste caso, a abordagem científica nos faz navegar numa relativa margem de suposições fatuais que, guardadas as devidas proporções interpretativas, podem ser comparadas com as ocorrências ufológicas da atualidade.


segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A BÍBLIA POR UMA VISÃO UFOLÓGICA - Parte 3

Acompanhe melhor esse assunto lendo as partes anteriores do artigo: Parte 01 Parte 02 Hoje será explanado a parte 3 desse artigo. Vejamos:

Um pouco mais adiante, no Novo Testamento, lemos em Apocalipse ou Revelação Cap. 1 Vers.7, onde diz sobre a volta de Cristo: "Eis que vem com as nuvens e todo olho o verá (...). E todas as tribos da terra se baterão em lamento (...)" Não é isso uma descrição vívida sobre a revelação da real identidade de Jesus Cristo hoje cultuado como Deus pelas religiões? Essa volta provavelmente será uma discrepância no que tange à crença na pessoa de Jesus!

Esse "se bater em lamento" quer dizer justamente isso, que Jesus não é um Deus no sentido literal da palavra, ou seja, Divino, e sim um astronauta alienígena. Quanto será decepcionante para as pessoas religiosas descobrir tal verdade! Realmente será para se lamentar...

Mas antes, vejam essa imagem e pensem um pouco sobre ela... o que lhes parece?

A origem extraterrestre de Cristo, sugerida em trechos da Bíblia, estaria sendo escondida para não destruir as antigas religiões do planeta?

Está escrito na Bíblia: Jesus Cristo era um ET. Pelo menos assim interpretam as escrituras os defensores da teoria de que Jesus chegou ao nosso planeta num disco voador. Tomou a forma humana e espalhou conhecimento alienígena no Oriente Médio. As lideranças religiosas esconderiam a verdade para não destruir as religiões da Terra. Mas o complô ganhou um inimigo em 2003. Dom Fernando Pugliese, bispo da Igreja Católica Apostólica Brasileira, disse acreditar na origem extraterrena de Cristo. Pronto! Um religioso aceitava a tese do escritor Erich von Däniken no livro Eram os Deuses Astronautas?! Veja isso na íntegra aqui.

Dom Fernando Pugliese

Formado em filosofia pela Universidade Gregoriana de Roma, na Itália, Dom Pugliese estuda mensagens ocultas na Bíblia. Ele tem sua própria interpretação para os ensinamentos cristãos. A estrela de Belém, que guiou os Reis Magos até a manjedoura de Jesus, seria uma nave espacial, porque se movia de forma inteligente, acompanhando a viagem dos nobres. A aparição da Virgem Maria na cidade de Fátima, em Portugal, seria uma manifestação ufológica, um robô em forma feminina controlado por um OVNI. Jesus suava gotas de sangue por causa de características somáticas e psicossomáticas sobre o seu corpo humano. Embora nunca tenha visto um ET - apenas discos voadores -, Dom Pugliese acha que os anjos e arcanjos, assim como Cristo, têm origem alienígena. Segundo ele, as referências à vida extraterrestre estão no Antigo e no Novo Testamento, em mensagens cifradas.

Mais gente acredita que o maior símbolo do cristianismo tem algo a ver com os homenzinhos verdes. Se não, como explicar os milagres de curar doentes, multiplicar pães e peixes ou transformar água em vinho? Entre os crédulos está o francês Claude Vorilhon, ou simplesmente Raël, fundador do Movimento Raeliano. Autor do livro “Extraterrestrials Took me to Their Planet” (Extraterrestres Levaram-me ao seu Planeta, sem versão brasileira), Raël declarou em 1975 que se encontrou com Jesus, Buda, Moisés e Maomé no mundo de Elohim, o ser supremo. O criador da seita ufológica diz que todos os profetas que viveram na Terra foram enviados por Elohim. Logo, Cristo é um ET. Felizmente, segundo Raël, o filho de Deus foi clonado pelos alienígenas, que pegaram o DNA divino ainda na cruz. Assim estariam explicados os raios e tremores testemunhados na época, logo depois da morte de Cristo. Graças à clonagem, resultado de uma tecnologia de 25 mil anos, Jesus vive até hoje em outra galáxia, de onde voltará na hora certa.

Claude Vorilhon

Alguns escritores do movimento batizado de Nova Era, como Brad Steiger e Randolph Winters, simpatizam com a paternidade extraterrestre de Cristo. No livro The Fellowship: Spiritual Contact between Humans and Outer Space Beings (A Irmandade: Contato Espiritual entre Humanos e Seres Espaciais, sem versão brasileira), Steiger conta histórias de pessoas que garantem conversar com ETs. Uma delas explica que o Homem de Nazaré não era um deus, mas um mestre ascendente alienígena que encarnou para assumir um padrão físico mais aceitável aos humanos (isso me lembra o filme “O dia em que a Terra parou"). Jesus voltará, mas não no Juízo Final. Ele descerá à Terra numa espaçonave, claro. Curiosamente, entretanto, não há compaixão nesse Cristo ET. Quem não atender as suas palavras será varrido do planeta.

Brad Steiger

Randolph Winters

A natureza extraterrena do messias pode ser comprovada por outros sinais, argumentam os adeptos da teoria. O anjo Gabriel que foi visto por Maria seria um astronauta do alto de uma nave espacial, escondida pela intensidade do brilho das luzes. Foi um ET quem anunciou a gravidez à Virgem, invocando o nome de Deus para justificar o seu experimento médico. A concepção foi realizada, na verdade, por uma projeção de esperma através da luz emitida do óvni. Não deixa de haver ainda uma dose de misticismo, oculta nesse pretenso racionalismo científico: Jesus era "o corpo biológico de uma entidade espiritual cósmica". Todos esses argumentos são encontrados em sites e publicações ufológicas, desde as mais sérias até as de qualidade duvidosa. A maioria não tem dúvidas de que João Batista, o primo de Jesus, também era um alienígena, pois certas interpretações dos Evangelhos dizem que ele havia sido "levado para o céu no interior de um objeto voador".

Anjo Gabriel

Um documento apócrifo, escrito no segundo século antes de Cristo, costuma ser apresentado como mais uma prova do messias alienígena. O livro do profeta Enoque, bisavô de Noé, relata algumas passagens inspiradoras aos simpatizantes da teoria. Entre as quais, "200 anjos desceram e tiveram relações amorosas com as filhas da Terra, que deram nascimento a gigantes", conforme já mencionei no inicio do tópico. Seria um dos mais antigos registros de casos de sexo entre humanos e ETs, tema preferido da ufologia moderna. As mensagens cifradas da Bíblia, repletas de figuras de linguagem, realmente dão margem a diversas interpretações. Sempre há espaço para novas soluções, como envolver o mais famoso autor de milagres de todos os tempos.

Uma coisa é certa. Se Jesus era mesmo extraterrestre, o papa Bento 16 e a Nasa terão em mãos a maior agência de turismo do mundo!!!!!

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A BÍBLIA POR UMA VISÃO UFOLÓGICA - Parte 2

Já vimos aqui no blog da Comunidade Área 51 o artigo acima entitulado, mas a parte 1 deste artigo. Hoje veremos a parte 2 do mesmo.

Pedimos que leiam essa entrelinhas de forma bem minuciosa e capciosa, isso porque o pleno entendimento delas é fundamental para um pleno entendimento de todo o montante de informação que permeia esse tema tão controverso.
Fragmentos do Livro apócrifo de Enoc
Falaremos hoje de dois homens de fé inabalável e inquestionável. São eles: Enoc e Ezequiel.
Pois bem, certos livros acrescidos e outros retirados, como é o caso do livro de Enoc, que foi considerado apócrifo, ou seja, oculto, suspeito, pouco confiável. Enoc foi pai de Matusalém e, segundo consta, viveu 365 anos, cifra que simboliza o número de dias do ano solar. Seu livro mistura profecias apocalípticas e visões fantásticas.

ENOC
No cap.7, Enoc se refere á gigantes: “Assim que os Anjos, os Filhos do Céu, viram as filhas dos homens, tornaram-se enamorados delas e se disseram uns aos outros: “escolhamos mulheres da raça dos homens e tenhamos filhos com elas”. (...) E os “anjos” (cerca de duzentos), escolheram cada um uma mulher, e se aproximaram e coabitaram com elas. Ensinaram-lhes a feitiçaria, os encantamentos e as propriedades das raízes e das árvores. E suas mulheres conceberam e partejaram gigantes cujo talhe atingia 300 côvados, o que equivale a 132 metros. Devoraram tudo o que o trabalho dos homens pudesse produzir, e tornou-se impossível nutri-los. Voltaram-se então contra os homens, a fim de devorá-los. E começaram a se lançar sobre os pássaros, os animais, os répteis e os peixes para fartarem-se da sua carne e desalterarem-se com seu sangue”.

No Cap.,9 do livro de Enoc, existe uma versão própria do mito de Prometeu, ou seja, a transferência de conhecimentos aos terrestres por parte de alienígenas rebeldes.
“Viste o que Azazyel fez? como ensinou aos homens toda espécie de iniqüidades e como revelou ao mundo tudo o que se passa nos céus. Samyaga também ensinou aos homens a justiçaria, ele que colocastes acima de todos os seus companheiros. Juntaram-se ás filhas dos homens, pecaram com elas e tornaram-se impuros. Desenvolveram-lhes os crimes mais abomináveis. E as mulheres pariram “gigantes”. Mais adiante: “A Terra foi conspurcada pelos ensinamentos impuros de Azazyel. “Ele deve ser responsabilizado por todos os seus crimes”.
Prometeu

Às vezes, as referências a extraterrestres, na Bíblia, tornam-se ainda mais evidentes, como o relato do primeiro capítulo do livro de Ezequiel, onde se descreve a “Visão da Glória do Senhor”. A cena datada de 31 de julho de 593 antes de Jesus, e se passa junto ao rio Cobar, na Mesopotâmia, muito próximo à cidade de Uruc, onde Gilgamesh reinou há milênios antes...

Palavras do profeta Ezequiel:
“Encontrava-se eu entre os exilados, junto ao rio Cobar, quando os céus se abriram e contemplei visões (...); eu vi que um grande vento impetuoso vinha do Norte, uma grande nuvem envolta em claridade e relâmpagos, no meio do qual brilhava algo como se fosse ouro incandescente. No centro, aparecia a figura de quatro seres vivos. Tinham figuras de homens, cada um apresentava quatro caras e tinha quatro asas. Quanto às pernas, tinham pernas retas e patas como as de bezerro. Reluziam como o brilho do bronze polido (...). Cada um caminhava para frente seguindo ao sabor do vento, sem se voltar enquanto se movia (...). Os seres vivos coriscavam, parecendo raios”.
Concepção do que o profeta Ezequiel viu

Esta descrição reporta a uma realidade que parece muito distante de nossa compreensão. Mas ela pode estar mais próxima do homem de nossos dias do que dos homens do século 6 a.C. . Afinal, como seria descrito um astronauta contemporâneo que pousasse entre eles, depois de uma viagem pelo tempo? Foguetes instalados às suas costas não poderiam ser vistos como asas?
“Olhei para os seres vivos e vi que havia uma roda por terra, junto a cada um dos quatro seres. Quanto á forma e ao feitio, as rodas eram como o brilho do crisólito. (É uma denominação mineralógica do campo do berilo, de onde temos entre outras, a esmeralda, a água-marinha, por exemplo.). Todas as quatro tinham o mesmo formato. Eram como se estivessem encaixadas umas ás outras. Quando se moviam, podiam avançar em cada uma das quatro direções sem se voltarem enquanto moviam. As rodas tinham aros, e eu vi que um dos aros estava cheio de rebites ao redor. Quando os seres vivos se movimentavam, movimentavam-se também as rodas ao lado deles. Quando os seres vivos se elevavam do chão, as rodas se elevavam. Seguiam ao redor do vento (...). Acima das cabeças havia uma espécie de firmamento, esplêndido como cristal, estendido sobre as cabeças”.
O que são essas “rodas” com “aros” e “rebites”? O que Ezequiel quis dizer com o “espírito dos seres vivos estavam na roda”? Seria uma ingênua definição para “controle remoto?” E esse “firmamento” estendido sobre as cabeças dos “seres vivos”? Seria uma cúpula da nave espacial?
“Por baixo do firmamento estavam as asas estendidas, uma em direção à outra, sendo que duas delas cobriam o corpo. E eu vi o “rumor das asas”. Era como o rumor de muitas águias em movimento, como a voz do poderoso, como o som estrepitoso de um acampamento. Quando passavam, o pender das asas, o ruído vinha de cima do “firmamento”, que estava sobre as cabeças”.
Todo esse relato pode ser entendido como delírio de êxtase religioso, talvez sob a influência de algum alucinógeno (o que era muito comum naquele tempo). Por outro lado, este episódio pode ser também a simples descrição técnica de um veículo voador, segundo o ponto de vista de quem nunca tinha visto um antes.
O “firmamento” pode ser a cúpula da nave, algo aproximado á uma cabine de pilotagem. As “asas” se referem ao projeto da nave que lhe possibilita voar. As “asas enfim, que os quadros religiosos insistem em pintar cheios de pernas brancas, seriam a expressão utilizada por Ezequiel para se referir ao “motor” da nave. Se alguém acha isso completamente fora de propósito, é só continuar a escutar o referido: “águas em movimento”, “a voz do poderoso”, “o som de um acampamento” – estas seriam, provavelmente, as expressões utilizadas por um indígena para descrever a descida escandalosa de um helicóptero no centro de sua aldeia. As últimas frases do relato reforçam muito essa idéia de helicóptero: “quando paravam deixavam pender as “asas” (ou hélices) e o “ruído vinha de cima do firmamento” – justamente onde costuma estar o motor de um helicóptero, sobre a cabina.
Mas não vamos deixar as coisas mais confusas, imaginando que um helicóptero pousou na frente de Ezequiel, pois o “aparelho” em questão parece ser algo bem mais complexo e fora do nosso entendimento. Em seguida, Ezequiel conta que, “acima do firmamento” que estava sobre as cabeças, havia algo parecido com safira, em forma de trono, e sobre essa forma de trono, bem no alto, uma figura com aparência humana.
“E eu vi, como que um brilho de ouro incandescente, envolvendo-a como se fosse fogo, do lado de cima que parecia ser a cintura (...). Estava toda envolvida em esplendor. O resplendor tinha o mesmo aspecto do arco-íris que se forma nas nuvens em dias de chuva, tal era a aparência visível da “Glória do Senhor”.
Depois de dar algumas orientações ao atônito Ezequiel, o “Senhor” elevou-se de seu lugar. E era o ruído das “asas” dos seres vivos, que batiam umas nas outras, e o ruído das rodas junto delas, um estrondo. (Ezequiel, cap.3, vers.12 e 13). O Profeta então vai para o meio dos exilados judeus junto ao rio Cobar, e fica “sentado sete dias, atônito no meio deles”.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

.:A BÍBLIA POR UMA VISÃO UFOLÓGICA.:

Este artigo trata-se de uma reinterpretação da Bíblia segundo uma visão ufológica. Aqui você encontrará reinterpretações dos principais acontecimentos Bíblicos os quais já foram relatados e estudados. Este tema será abordado em 6 partes para o melhor entendimento de todos os nossos amigos leitores. Esperamos que gostem! Aproveitem essa, que é a parte 1.
Lembrando que este artigo não tem a intenção de ferir nenhuma crença religiosa e muito menos promover alguma religião ou algo parecido. A nossa intenção aqui é apenas dar uma nova visão de acontecimentos que remontam à nossa historia como seres humanos nesse planeta e de uma certa forma, são os registros antigos mais lidos em todos os tempos. O que aconteceria se interpretássemos certos fatos da Bíblia sob uma visão ufológica? O dilúvio, os anjos, os milagres ou as gloriosas visões dos profetas ganhariam um sentido desconcertante. Poucas pessoas tentam fazer uma leitura diferente da Bíblia, explorando o seu sentido de documentação histórica, cheia de informações sobre o passado do homem. Antes de qualquer coisa, é preciso esclarecer que a Bíblia, não é um único livro. São dois agrupamentos. O primeiro contém 46 livros, e o segundo, 28 livros. A união do Velho Testamento com o Novo Testamento (posterior ao nascimento de Jesus) é uma decisão relativamente nova do Cristianismo. E uma leitura mais atenta, mostra que os dois testamentos têm pouco a ver um com o outro. Além disso, traduções foram muito alteradas tanto por autoridades israelenses, quanto pelo Vaticano. De qualquer forma, quem procurar na Bíblia UFOs/OVNIS, seres extraterrestres, monstros e gigantes, achará! Existe uma leitura que permite ligar a Bíblia a tantos outros documentos (Mesopotâmia, por exemplo), como um testemunho de influência extraterrestre no passado de nossa civilização. Por exemplo, observemos Gênesis, relembrando o Capítulo I: “No princípio, Deus criou o Céu e a Terra. A Terra estava deserta e vazia, as trevas cobriam o oceano e um vento impetuoso soprava sobre as águas. Deus disse: “Faça-se a luz!”“. E a luz se fez. Deus viu que a luz era boa, e à luz Deus chamou de “dia”, às trevas chamou de “noite”. Depois Deus separou os oceanos, criou a vegetação, as estrelas, os animais, o homem, e “descansou”, no sétimo dia de trabalho. Depois criou o Jardim do Édem, e lá plantou Adão e Eva. Isso todo mundo conhece. Mas há um detalhe que as igrejas e sinagogas não revelam: que a expressão “DEUS” é uma padronização de diversos nomes que constam nos originais do Velho Testamento. O “DEUS” de Moisés é uma tradução da palavra “IAVÉ”; o “DEUS” da criação é uma tradução da palavra “ELOIN”, cuja tradução significa “DEUSES”. Portanto, no princípio os deuses criaram o Céu e a Terra! Acontece que esses deuses que criaram o Céu e a Terra, e todas as coisas, para colocar no centro de tudo o homem, são muito diferentes dos “ELOIN” que criaram Adão e Eva. Os que criaram o Universo, de repente se instalam num pedaço da Terra chamado Éden, retiram Eva de uma costela de Adão e passam a ter atitudes humanas demais. Em Gênesis, cap.3, vers. 8, está o seguinte trecho: “Ouvindo o ruído do Senhor Deus, que passava pelo jardim à brisa da tarde, o homem e a mulher se esconderam...”. Afinal, que Deus onipotente, onisciente e onipresente é esse que precisa passear por um jardim à brisa da tarde? A questão da serpente é muito controvertida. Ela é considerada por inúmeras civilizações, de praticamente todos os continentes, como o símbolo de seres voadores e também está associada aos “que trouxeram o conhecimento aos homens”, sendo uma figura mitológica presente, em inúmeras tradições, tal como a do grego Prometeu, mas, principalmente, dos povos da Mesoamérica. Para os adeptos da Astroarqueologia, o “Deus” que criou o Universo é um, talvez uma interpretação (de base cabalística) para o surgimento do Universo, da Terra e do homem (no centro de tudo); e o “Deus” que criou Adão e Eva parece mais próximo da tradução de “ELOIN”, ou “deuses”. Esses “deuses” podiam ser uma ou várias equipes de cientistas e colonizadores espaciais que aqui aportaram e teriam criado com sua tecnologia avançadíssima para os nossos padrões, um laboratório de vida na Mesopotâmia, isto é, o Jardim do Éden. Através de operações genéticas, eles teriam criado um ser humano desenvolvido através de símios, sob a orientação dos cientistas-colonizadores. Será por isso que não conseguimos encontrar o elo perdido? Observe o trecho de Gênesis Cap. 1: 26, onde diz: "Façamos o homem à nossa imagem e semelhança... Não seria essa uma menção dos ELOINS, ou deuses? Acontece que uma parte da tripulação se teria rebelado contra a ordem que os havia enviado à Terra, e teria de uma forma que ainda é difícil se interpretar, dado aos homens-cobaias a capacidade de se desenvolver por meios próprios. “Deus” proíbe que o homem coma de determinado fruto do Jardim, pois no dia “em que deles comerdes, vossos olhos se abrirão e sereis como Deus, conhecedores do bem e do mal!”(Gênesis, cap.3, vers.5). Eva comeu o fruto oferecido pela serpente, que foi então condenada a “rastejar” (teriam os tripulantes amotinados sido presos à superfície terrestre?). E Adão e Eva, foram expulsos do laboratório? A experiência teria sido suspensa? É importante levar em conta que o que parece ter acontecido em dias, de acordo com a narrativa bíblica, pode ser a condensação simbólica de centenas, milhares de anos. Muito tempo pode ter passado entre a expulsão do paraíso e esta cena descrita no Gênesis, cap.6, vers.1: “Quando os homens começaram a multiplicar-se na Terra e tiveram filhos, vendo os “Filhos de Deus” que as “filhas dos homens” eram bonitas, escolheram para esposas as que entre elas mais lhe agradavam (...) havia então, “gigantes” na Terra, e mesmo depois que os “Filhos de Deus” se uniram com as “filhas dos homens” e lhes geraram filhos. São eles os heróis famosos dos tempos antigos”. Se substituirmos DEUS por DEUSES, por visitantes extraterrestres, a narrativa poderia ser mais elucidativa? Comparando-a com a Epopéia de Gilgamesh, encontramos muita ‘coincidência’. Em seguida vem o dilúvio, que também é citado e descrito por diversas tradições de muitos povos da América, da Índia ou da Europa. O Dilúvio parece ter sido uma decisão dos “deuses” de eliminar uma experiência degenerada. Suas várias versões sugerem isso. Na Bíblia, as atitudes de “DEUS” estão cheias de decisões contraditórias. Por exemplo: Um “Deus” não se arrepende do que faz, mas o “Senhor” se arrependeu de ter feito o homem na Terra e ficou com o coração magoado, diz Gênesis, cap.6, vers.5.
Fragmento da Epopéia de Gilgamesh
Mais adiante, ainda no Gênesis, cap.18, o “Senhor” surge de forma muito humanizada durante o episódio que envolve a destruição de Sodoma e Gomorra. O patriarca Abraão recebe a visita de três “enviados do Senhor” que o avisa sobre a destruição de Sodoma e Gomorra. Dois dos “anjos” vão a Sodoma e Gomorra e lá encontram Ló, que lhes oferece um jantar. “Ló insistiu muito com eles, de modo que foram com ele para casa, onde lhes preparou um jantar e alguns pães, e eles comeram. (Gênesis, cap.19, vers.3). Afinal, que “anjos são esses que jantam”? O povo de Sodoma e Gomorra decide invadir a casa de Ló para conhecer os dois visitantes. E Ló oferece suas duas filhas virgens para que os populares deixem os “anjos” em paz. Mas a multidão resolve atacar de qualquer jeito. E os “anjos” cegam os atacantes. Cegaram como? O resto é conhecido. Ló fugiu da cidade e o “Senhor” fez então chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. Destruiu as cidades e toda a região, junto com os habitantes e até com as plantas da terra. A mulher de Ló olhou para trás e virou estátua de sal. (Gênesis, cap.19, vers.24 a 26). Esta descrição é considerada pelos adeptos da História Aberta como um tipo de explosão semelhante à produzida pelas bombas nucleares. A verdade é que a região de Sodoma e Gomorra afundou ás margens do mar Morto, que hoje retém a maior concentração de sal conhecida. Em Gênesis, cap.32, Jacó luta com um “anjo”, querendo que ele o abençoe. Terminada a luta, Jacó diz: “Vi a Deus face a face”. Em seguida, o Velho Testamento desvia a sua atenção para o Egito, onde José, filho de Jacó, é vendido como escravo e passa a progredir na corte do Faraó. (Já foi encontrada a casa de José, onde inclusive também foi encontrado seu anel, com o qual ele detinha poder). E assim começa a grande saga da construção do povo judeu, relatada no livro do “Êxodo”. “DEUS” deixa de significar “ELOIN” para se transformar em “IAVÉ”.
Plínio Rollin de Moura
“IAVÉ” é bastante diferente dos “deuses” citados anteriormente. Ele age de forma calculista e vingativa, de forma a colocar os hebreus a seu serviço, como o “seu povo”. O estudioso Plínio Rollin de Moura formulou uma teoria interessante sobre “IAVÉ”, que nos faz pensar: “IAVÉ” seria a serpente que provocou a “queda do homem”, e teria sido condenado pelos colonizadores do espaço a permanecer preso durante muitos séculos. Solto. “IAVÉ” parte para a vingança utilizando-se de Moisés e do povo judeu como instrumento de sua expansão. Moisés (filho de um casal da tribo de Levi) é adotado pela filha do Faraó durante o período em que os judeus estavam escravizados pelos egípcios. (ainda não temos provas arqueológicas desse cativeiro). Um dia, no Monte Horeb, “apareceu-lhe o anjo do Senhor” e ordenou-lhe que libertasse o povo judeu e o fizesse sair “desse País, para uma boa e espaçosa terra onde corre o leite e o mel!” (Êxodo, cap.3, vers.8) E “IAVÉ” garante também a retirada, “de modo que, ao sairdes, não ireis de mãos vazias”, mas cheios de prata, ouro e vestidos. Em seguida, usando Moisés como porta-voz, o “Senhor” transformou a vida do Faraó (e do Egito) num horror de pragas e desastres forçando-o a liberar os hebreus. O Faraó acaba concordando e 500 mil judeus partem para a Terra Prometida, através de um longo desvio na Península do Sinai. Nessa travessia, “IAVÉ” providencia todo o apoio logístico. “O Senhor os conduzia, de dia, numa coluna de nuvens, de noite, numa coluna de fogo para iluminar”. (Êxodo, cap.13, vers.21). Quando O Faraó resolve agir em perseguição aos judeus, Moisés os tranqüiliza: “O Senhor combaterá por vós, podeis ficar tranqüilos”. Então o “anjo”, que estava na vanguarda das tropas de Israel, foi para a retaguarda. A coluna de nuvens que estava na frente postou-se atrás, metendo-se entre as tropas do Egito e as leis de Israel. Na vigília da manhã, de cima da coluna de fogo e de nuvens, o “Senhor” lançou um olhar sobre as tropas egípcias e as pôs em pânico. (Êxodo, cap.14, vers.24). Que “DEUS” é esse que protege a um só Povo e massacra outro com requintes de crueldade? Que “DEUS” é esse que participa pessoalmente de uma batalha usando um veículo aéreo? (As nuvens, a coluna de fogo). Que “DEUS” é esse que desapropria terras de outros povos e as entrega a um único povo escolhido por Ele? Que “DEUS” é esse que exige sacrifícios intermináveis e estabelece leis repressivas? E, por fim, que “DEUS” é esse que ameaça extinguir seu próprio povo quando este desobedece às suas ordens? Os livros que formam o Velho Testamento foram selecionados sob critérios que interessavam à Igreja durante determinado período da História.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

SÉRIE: Grandes nomes da Ufologia - DWIGHT D. EISENHOWER

DWIGHT D. EISENHOWER

Dwight David "IKE" Eisenhower (Denison, Texas, 14 de outubro de 1890 — Washington, 28 de março de 1969) foi presidente dos Estados Unidos da América entre 1953 e 1961 e comandante supremo das forças aliadas durante a Segunda Guerra Mundial, tendo sido designado para este posto em 1943. Coube a ele o comando do desembarque na Sicília pelos Aliados. E graças a seus esforços diplomáticos foi possibilitado o desembarque aliado na Normandia - o Dia D.

Foi um dos pioneiros em entender que a guerra consistia muito mais em uma logística bem elaborada e organizada do que em soldados capazes e armas modernas. Sua iniciativa em criar uma frente ampla para combater os alemães ajudou na derrota destes, em maio de 1945. Encontrou-se com Georgy Zhukov, comandante-em-chefe do Exército Vermelho, tornando-se seu amigo pessoal.

Georgy Zhukov

Escolhido para o comando das forças armadas da OTAN em 1950, teve de abandonar esse posto precocemente, por ter sido escolhido candidato presidencial pelo Partido Republicano dos Estados Unidos. Assim sendo, em 1952, tendo Richard Nixon como vice-presidente, derrotou nas urnas o democrata Adlai Stevenson e encerrou vinte anos de domínio democrata na política americana. Como presidente, presenciou o nascimento da Guerra Fria e foi muito criticado por não estar a tom com os desdobramentos políticos desse evento (por exemplo, o envio ao espaço pelos soviéticos da nave Sputnik).

Richard Nixon

Foi em 1952, o primeiro candidato a contratar uma agência de publicidade (BBDO), e primeiro também a realizar a primeira pesquisa boca de urna, o tornando o precursor do marketing político moderno.

Mas existe algo de interessante neste ex-presidente americano, ou melhor, no passado dele que muitos de nós aqui sabemos, mas que outros nem imaginam. Do que se trata? Leia atentamente as linhas que vem a seguir e tire as suas próprias conclusões sobre esse fato ufo-histórico.

Há cinqüenta anos, em 20 de fevereiro de 1954, o presidente Dwight Eisenhower interrompeu suas férias em Palm Springs, Califórnia, para fazer uma viagem noturna secreta a uma base da Força Aérea próxima para se encontrar com dois seres extraterrestres. Ou talvez não. Talvez IKE (IKE é um pelido pelo qual Eisenhower ficou conhecido) apenas tenha ido ao dentista. Há controvérsia sobre o assunto. Pelo menos é isso que os registros da Casa Branca afirmam.

Michael Salla

A teoria "IKE-encontra-com-ETs" é sustentada por Michael Salla, um professor aposentado da American University que agora desenvolve o programa do “Centro Para a Paz Global” daquela instituição.

A teoria "IKE-vai-ao-dentista" é defendida pelo pessoal da Biblioteca Dwight D. Eisenhower, em Abilene, Kansas, e por James M. Mixson, professor de odontologia e historiador do trabalho odontológico presidencial.

James M. Mixson à esquerda

Apenas para fazer as coisas mais intrigantes: Na noite em questão, a Associated Press divulgou esta notícia: "Pres. Eisenhower morreu hoje à noite de um ataque de coração em Palm Springs". Dois minutos mais tarde, a “AP” se retratou desse boletim e relatou que IKE ainda estava vivo.

Oferta nuclear

Certamente, IKE estava vivo. E continuou vivendo até 1969. Mas décadas depois de sua morte, suas atividades na noite de 20 de fevereiro de 1954 se tornaram a fonte para estranhas teorias sobre seres alienígenas.

Alguns fatos são indiscutíveis: Eisenhower se encontrava em férias, para jogar golfe, em Palm Springs, em 20 de fevereiro de 1954. Após o jantar daquela noite, fez uma saída não programada do rancho Smoking Tree, onde estava hospedado. Na manhã seguinte, assistiu um culto religioso numa igreja em Los Angeles. Também essa manhã, seu porta-voz anunciou à imprensa que IKE tinha visitado um dentista na noite precedente porque lascou um dente ao comer uma asa de galinha no jantar.

Salla, que tem um PhD em assuntos governamentais pela Universidade de Queensland, na sua nativa Austrália, não acredita nisso. Ele configura a viagem ao dentista como um acobertamento da verdade. Acredita que IKE foi à Base de Edwards, da Força Aérea, onde se encontrou com dois ETs com cabelos brancos, olhos azuis pálidos e bocas descoloridas.

Estes alienígenas, apelidados de "Nórdicos" nos círculos ufológicos porque se assemelham a seres humanos escandinavos, viajaram até Edwards vindos de outro sistema solar em um disco voador e, segundo Salla, falaram com Eisenhower.

Exemplo de habitante Escandinavo

"Houve comunicação telepática", diz Salla, 45 anos, sentado em sua sala na suburbana Falls Church, " que é como se você escutasse uma pessoa mas ela não está falando". Os "Nórdicos" ofereceram compartilhar sua tecnologia superior e sua sabedoria espiritual com IKE se ele concordasse em eliminar as armas nucleares americanas. “Eles estavam receosos do que nós poderíamos detonar a partir da nossa tecnologia nuclear", Salla diz, "e aparentemente isso faria algo com o tempo e o espaço e teria impacto nas raças extraterrestres em outros planetas". IKE declinou a oferta do ETs, Salla diz, porque não quis abandonar as armas.

Tratado de abdução

Algum tempo mais tarde, em 1954, IKE firmou um tratado com outra raça extraterrestre, conhecida como "Greys" (cinzas) permitindo que capturassem gado terrestre e seres humanos para experiências médicas, contanto que os seres humanos retornassem em segurança para casa. Desde então, Salla diz, os "Greys" têm seqüestrado "milhões" de seres humanos.

Suposta foto do acordo entre Eisenhower e Greys

Salla, autor de "A viagem do herói através do segundo século americano", publicou suas teorias ET em seu novo livro, "Exopolítica: Implicações políticas da presença extraterrestre" e num artigo em seu web site "Exopolitics" (http://www.exopolitics.org).

Por muito tempo na década de 90, Salla estudou resolução de conflitos e tentou em vão aplicar esse conhecimento para impedir a guerra no Timor Leste e nos Bálcãs, ele conta. Frustrado, começou a procurar por uma conexão extraterrestre à miséria humana e encontrou a evidência de visitação ET, incluindo o encontro com IKE, na Internet.

"Há uma porção de material na Internet", diz, "e eu apenas os juntei e remendei". Enquanto isso, ensinava na School of International Service da American University. Em 2003 fundou o Programa Embaixador da Paz da universidade, descrito no site da “AU” como "um programa de verão que combina o estudo, práticas meditativas e preces cerimoniais em lugares selecionados de Washington visando promover a auto-energização individual e o governo divino em Washington".

Salla reforça que sua pesquisa ET não está ligada com seu trabalho no Centro para a Paz Global da “AU”. O pessoal do centro também se mostra ansioso em reforçar este fato. "A pesquisa que Michael Salla está fazendo não é conduzida em nome do centro ou em colaboração com o centro", diz Betty Sitka, diretora associada do Centro para a Paz Global. "Esta é sua pesquisa pessoal", explica.

Especialista em Aliens

Entrementes, a pergunta permanece: IKE encontrou-se realmente com ETs há 50 anos? "Não a nosso conhecimento", diz Jim Leyerzapf, um arquivista na Biblioteca de Eisenhower. "Não há nada nos arquivos que indica isso". Então Leyerzapf solta uma “gargalhada”.

Jim Leyerzapf

Ele já ouviu esta teoria antes. "Nós tivemos tantos pedidos sobre esse assunto que nós temos uma pessoa que se especializou nele". Essa pessoa é o arquivista Herb Pankratz. "Ele tinha especialização em transportes", Leyerzapf diz, "e nós decidimos adicionar UFOs ao tema. Ele comporta trens, aviões, automóveis... e discos voadores". A biblioteca recebeu dúzias de perguntas sobre a alegada reunião IKE-ET no final dos anos 80 e começo dos anos 90, quando diversos livros ufológicos falaram nessa teoria, Pankratz diz. "É interessante como estas histórias têm mudado", Pankratz aponta em um e-mail. "Inicialmente, os clientes reivindicavam que o presidente tinha feito uma viagem secreta à Base de Edwards para ver os restos dos aliens que tinham caído em Roswell, N.M., em 1947. As histórias anteriores então diziam que ele tinha realmente visto os aliens ainda vivos.

Prova "coroada"

Pankratz não compra nem uma nem outra teoria. Acredita na história do dentista, e cita James Mixson, historiador dental e professor de dentística na Universidade de Missouri. O artigo de Mixson "A historia da saúde oral de Dwight D. Eisenhower", publicado na edição de novembro de 1995 do Bulletin of the History of Dentistry, é o trabalho definitivo sobre os dentes de IKE.

Citando os registros do cirurgião geral no histórico médico e odontológico de IKE, aberto aos investigadores em 1991, Mixson relatou que na crucial noite de 20 de fevereiro de 1954, IKE lascou a capa de porcelana de seu "incisivo central esquerdo superior" e esta foi reparada pelo Dr. Francis A. Purcell.

À esquerda, Dr. Francis A. Purcell

Purcell não está disponível para comentários. Morreu em 1974, de acordo com Pankratz. "A falta de um registro dentário no escritório de Purcell", Mixson escreveu, "ajudou a dar combustível à crença neste encontro UFO". Mas Mixson rapidamente adicionou que "o presidente teve dificuldades bem documentadas com esta coroa". Certamente, a coroa, que foi instalada em julho de 1952, foi lascada e reparada em dezembro de 1952, em fevereiro em questão, e outra vez em julho de 1954, quando o dentista do presidente, Cel James M. Fairchild, o substituiu por "uma coroa de engastes delgados de ouro/platina".

Isso pode ser mais até do que você desejaria saber sobre o serviço odontológico de IKE. Se não, Mixson se estende sobre o assunto por mais algum tempo, citando uma longa e lírica passagem escrita por Fairchild sobre este incômodo incisivo presidencial.

Contudo, há outra questão em aberto: Por que a “AP” relatou que IKE morreu essa noite? "Alguém se enganou a respeito e deixou a coisa escapar", Pankratz diz. "Não deveria, mas escapou".

John S.D. Eisenhower

IKE nunca fez qualquer indicação pública sobre encontros com ETs, Pankratz diz. Mas talvez tenha ventilado algo à sua família? O filho de IKE, John S.D. Eisenhower, é um general brigadeiro do exército aposentado e autor de diversos livros sobre história, incluindo o "General IKE: Uma Reminiscência Pessoal".

Perguntado através de e-mail se seu pai tinha alguma vez mencionado se encontrar com aliens, John S.D. Eisenhower respondeu com uma resposta curta, mas enfática: "Não". E declinou de comentários posteriores...

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Postado na Comunidade por: Frank Sinnatra