sábado, 6 de março de 2010

PROJETO BLUE BOOK - PURA DESINFORMAÇÃO

Estudo americano rejeitou a hipótese extraterrestre. Mas os ufólogos não se dão por vencidos.

Um dos mais célebres estudos de ufologia realizados por uma fonte oficial foi o Projeto Blue Book, conduzido pela Força Aérea americana entre 1952 e 1969. Por quase duas décadas, a equipe dessa força-tarefa investigou milhares de casos com o objetivo de verificar se os óvnis representavam uma ameaça à segurança nacional norte-americana. Naquela época, os Estados Unidos viviam uma verdadeira onda de avistamentos e o governo se viu forçado a estudar os casos de forma mais sistemática. O Blue Book (termo em inglês usado para se referir a uma publicação oficial) foi uma continuação de dois estudos anteriores da Aeronáutica, os projetos Sign e Grudge, que haviam fracassado na tarefa de dar uma resposta à população sobre os misteriosos objetos que riscavam o céu do país.

Sob a direção do capitão Edward Ruppelt, o Blue Book desenvolveu um método rápido e conciso de avaliação dos casos. As testemunhas dos supostos óvnis respondiam a um questionário com oito páginas e enviavam fotografias e negativos dos avistamentos. Os investigadores analisavam o material e faziam entrevistas de campo. Consultavam dados astronômicos, monitoravam os vôos da Aeronáutica e verificavam os registros meteorológicos.

Capitão Edward Ruppelt
 
Resultado: Dos mais de 12 mil relatos analisados pelo Blue Book, 90% foram identificados como aeronaves, pássaros, balões, planetas, meteoros, auroras, nuvens e outros fenômenos atmosféricos ou como produtos da imaginação ou fraudes. Os outros 10% foram classificados como não-identificados, incluindo casos em que as informações eram insuficientes para se chegar a uma conclusão.
 
Josef Allen Hynek
 
O projeto causou polêmica desde o início. Pelo menos três comissões de cientistas foram criadas ao longo dos anos 50 e 60 para analisar os registros do Blue Book. A primeira comissão, em 1952, foi patrocinada por ninguém menos que a CIA, o serviço secreto americano, e chefiada pelo renomado físico H. P. Robertson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Ela incluía engenheiros, meteorologistas, físicos e um astrônomo. A conclusão da comissão foi que na maioria dos casos havia uma explicação científica para os supostos óvnis, que na verdade seriam fenômenos naturais ou artefatos humanos. A segunda comissão chegou a um resultado parecido. Alguns cientistas, no entanto, em especial o meteorologista James McDonald e o astrofísico Josef Allen Hynek, discordaram da conclusão, defendendo que havia fortes indícios da visita de ETs ao nosso planeta. "Para mim, os óvnis são completamente reais e, se não sabemos o que são, é porque nos limitamos a rir deles. A possibilidade de que sejam artefatos extraterrestres e de que estejamos sendo observados por alguma tecnologia avançada é algo que vejo com extrema seriedade", disse McDonald.
H. P. Robertson
 
A chamada "hipótese extraterrestre", levantada por esse grupo de cientistas, foi amplamente divulgada pelos meios de comunicação em meados dos anos 60. O tema gerou discussões acaloradas e levou a Força Aérea americana a patrocinar um outro estudo, desta vez na Universidade do Colorado, sob a direção do físico Edward Condon, declaradamente cético em relação à possibilidade da vida fora da Terra. Divulgado no início de 1969, o Relatório Condon rejeitou firmemente a "hipótese extraterrestre" e declarou encerrado o assunto. Baseado nesse relatório, a Aeronáutica anunciou, em dezembro de 1969, a desativação do Projeto Blue Book. Dizia que não se justificava sua manutenção "nem em termos de segurança nacional, nem no interesse da ciência". No dia seguinte, os principais jornais americanos estampavam: "Discos voadores não existem".

Edward Condon
 
CAMPANHA DE DESINFORMAÇÃO
Como era de se esperar, o desfecho do Blue Book provocou críticas raivosas de ufólogos, para quem o projeto fora apenas mais um capítulo da política do governo de acobertamento dos fenômenos extraterrestres. Segundo esses ufólogos, as investigações teriam sido superficiais e utilizados métodos pouco científicos com o objetivo único de negar a hipótese de vida em outros planetas. Os membros do projeto teriam sido pressionados a identificar os óvnis como fenômenos terrestres para evitar uma histeria coletiva no país. Os casos realmente sérios e inexplicáveis, que poderiam causar preocupação, teriam sido excluídos dos arquivos do Blue Book. Na realidade, o projeto teria sido um programa de desinformação criado para esconder da população a verdadeira investigação feita pelo governo sobre a presença de alienígenas na Terra.

Uma das pessoas que defendiam um estudo mais sério sobre os óvnis era o astrofísico Josef Allen Hynek, que fora consultor da Força Aérea americana no Projeto Blue Book. No começo, Hynek era cético em relação aos óvnis, mas, depois de analisar centenas de casos, chegou à conclusão de que eles deveriam ser estudados com mais seriedade. Muitos acreditavam que, com o fim do Projeto Blue Book, o interesse em torno do assunto iria acabar. No entanto, relatos de avistamentos continuaram nas décadas seguintes, com contornos cada vez mais espetaculares. Tornaram-se freqüentes também testemunhos de supostos seqüestros em naves espaciais - para o desespero de cientistas como Hynek, que achava que esse tipo de história muitas vezes sensacionalista poderia abalar a credibilidade dos mais convictos ufólogos. O assunto, no entanto, continua despertando polêmica até hoje. Entre os milhares de casos que estão no arquivo do Projeto Blue Book, inúmeros foram relatados como fraudes após a análise dos investigadores. Vejam a seguir algumas dessas histórias, extraídas do livro O Fenômeno Óvni (coleção Mistérios do Desconhecido, da Abril Livros).
 
O CASO - A MAQUETE
O relato - O mecânico Paul Villa, morador de Albuquerque (Novo México), afirmou que fora convocado telepaticamente a comparecer num determinado local no dia 16 de junho de 1963. Na ocasião, ele teria conversado com os alienígenas e fotografado sua nave.

A conclusão - O exame das fotografias demonstrou que o objeto era uma maquete de espaçonave com meio metro de diâmetro, pendurada diante de uma câmera. Villa acreditava mesmo ter entrado em contato com ETs e forjara provas para dar credibilidade a sua história.

O CASO - LUZES NA JANELA
O relato - O fotógrafo da guarda costeira Shell Alpert afirmou ter visto quatro luzes brilhantes através da janela de seu escritório em Salem, Massachusetts. Segundo Alpert, quando ele estava prestes a fotografá-las, elas haviam perdido a intensidade. O fotógrafo foi em busca de um colega e, ao voltar, as luzes brilhavam novamente. Alpert tirou a foto e as luzes desapareceram. O fato teria ocorrido em 16 de julho de 1952.

A Conclusão - Para os analistas, a foto parecia forjada por meio de dupla exposição. Onze anos depois, o caso foi novamente examinado. O novo veredicto apontou que a câmera havia captado reflexo das luzes da sala no vidro da janela.

O CASO - TROTE DE ADOLESCENTE
O relato - Dois irmãos adolescentes, Dan e Grant Jaroslaw, disseram ter visto um objeto em forma de disco e de cor cinza voando à baixa altitude e se movimentando rapidamente no céu, em Michigan. Uma foto foi tirada do objeto, cuja aparição teria ocorrido em 9 de janeiro de 1967.  

A conclusão - O exame da foto não permitiu que se identificasse o objeto. Os investigadores arquivaram o caso, assinalando: "Dados insuficientes para avaliação". Anos depois, os irmãos Jaroslaw admitiram o trote: tinham fotografado um modelo de espaçonave perto de casa.

O CASO - NEGATIVO RETOCADO
 
O relato - Uma foto mostrando três óvnis foi enviada ao Projeto Blue Book acompanhada de uma carta afirmando que os objetos eram redondos e tinham cerca de 15 metros de diâmetro. Ela teria sido tirada em 26 de setembro de 1960, na Itália.  

A conclusão - Ao analisar a foto, os investigadores observaram que os hipotéticos óvnis eram muito mais escuros que todos os outros elementos da imagem e que estavam fora de foco. O negativo poderia ter sido retocado. O veredicto: provável fraude.

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ALFREDO MOACYR DE MENDONÇA UCHOA

O general Alfredo Moacyr de Mendonça Uchoa foi um dos pioneiros da ufologia no Brasil, foi renomado estudioso desta e da parapsicologia, além de ter sido um contatado. Engenheiro geógrafo e civil formado pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro, oficial de engenharia do Exército e professor de cálculo vetorial e mecânica racional da antiga Escola Militar de Realengo. Foi também professor catedrático de mecânica racional na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, Rio de Janeiro. Cursou também a Escola Superior de Guerra.

Na área da ufologia, deixou as seguintes obras:
- Além da parapsicologia – 5.ª e 6.ª dimensões da realidade (Editora Horizonte, 1968);
- A parapsicologia e os discos voadores
– O caso Alexânia (Editora Grupo de Expansão Cultural, 1973);
- Cristo para a humanidade de hoje (Editora Horizonte, 1980);
- Mergulho no hiperespaço
– Dimensões esotéricas na pesquisa dos discos voadores (Editora Horizonte, 1981);
- Muito além do espaço e do tempo (Editora Thesaurus, 1983);
- Uma busca da verdade – Autobiografia (Edição do autor, 1995).

Nascido em Murici, Alagoas,no dia 21 de abril de 1906, é General do exército reformado, ex-diretor de ensino da Academia Militar das Agulhas Negras; profundo estudioso das filosofias esotéricas, ALFREDO MOACYR DE MENDONÇA UCHOA é reputado em Brasília e em todo o país como um dos brasileiros que mais a sério leva os fenômenos inexplicáveis por caminhos normais, tornando-se a maior autoridade do Planalto em Ufologia.

Academia Militar das Agulhas Negras

Para ele, as autoridades governamentais brasileiras estão cometendo um grave erro ao desprezar, sistematicamente, as possibilidades do Brasil, a exemplo de diversos outros países, estar sendo periódica e sistematicamente sondado e visitado por seres extraterrenos. O Ministério da Aeronáutica – afirma o general Uchoa – quando nega as aparições de OVINs ou UFOs, procura dar um tom de mistério, deixando entrever que está examinando e pesquisando o assunto. Na verdade não faz nada disso; não têm meios nem recursos tecnológicos; e não existe nenhuma preocupação em organizar um departamento específico para tratar da matéria. Com essa atitude, nossas autoridades abrem caminho para que se crie uma aura de mistério e de mistificação quando na verdade o caminho a ser seguido é outro. O momento atual da humanidade, os avanços da ciência e da tecnologia, não só permitem como nos obrigam a preocupações que, até agora, os mecanismos legais não conseguem provar e teimam em não aceitar.


O general “ufologista” afirma que a atitude do comandante da VASP, que denunciou de público ter sido acompanhado por um OVINI, é digna do maior respeito e deve ser levada a sério não só pela comunidade científica do país, mas de todos os segmentos privados e governamentais responsáveis que se interessam por assuntos maiores, na busca de explicações honestas.

A posição do comandante que denunciou o fato foi tão bem assumida, tão importante, que mexeu com os brios da comunidade brasileira como um todo, inclusive do poder. Ao que estou sabendo, existem pressões muito fortes para que ele modifique sua versão, e isso é inadmissível, porque coloca até dúvidas sobre o equilíbrio, sua idoneidade, quando, na realidade, o que deveria ser feito era investigar suas denúncias, aliando-se a muitas outras idéias semelhantes. A postura oficial, neste caso, se assemelha a da avestruz, que esconde a cabeça na areia para tentar fugir à realidade, quando, na verdade, essa verdade não pode ser ignorada. Enfático, o militar reformado – e que criou e dirige em Brasília, o Centro Nacional de Estudos Ufológicos – diz que no seu caso, não se trata de acreditar ou não na possibilidade de existência de vida inteligente fora da Terra.  

“Eu vou mais longe. Já constatei; já vi; já conversei com seres extraterrenos”. Tenho inclusive livros escritos sobre o episódio”, diz. E continua, “num dia em 1970, num sítio localizado em Alexania, interior de Goiás, perto de Brasília, um disco baixou, conversei demoradamente por telepatia com seus tripulantes. Eram pessoas de aparência normal, que viajaram em poucos minutos, 800 mil anos luz na sua expedição à Terra. E eles voltarão”. Destaca ainda o militar – autor de quatro livros sobre a vida no universo e ensaios místico-religiosos – que não foi esta a única vez a manter contato com seres de outros planetas, ou “invasores”. Segundo ele, os tipos físicos são variados, não existe um denominador comum como também são múltiplas as suas origens e graus de inteligência. “Do sistema solar”, diz o general que, em princípio, além da Terra apenas Júpiter e Vênus parecem dispor das condições essenciais para a manifestação da vida de inteligência superior. “Mas fora do sistema solar existe um universo inteiro e imenso, palpitante de vida inteligente. Nós não podemos mais continuar essa atitude até mesmo hipócrita e egoísta, de que somos privilegiados. Pelo contrário. Entre as espécies inteligentes no universo, o homem ocupa degraus inferiores. Agora é que o homem está despertando para a vida espiritual e, a partir daí, explicações muito importantes serão encontradas, inclusive a respeito da nossa origem humana, científica e religiosamente não explicada com as leis atuais disponíveis, a ciência não consegue explicar nada. Mas também não consegue provar serem classificadas apenas como fantasmas. São reais demais para que não acreditemos nelas”.


Na Serra do Roncador, altura no município goiano de Alexania, o General Uchoa tem um sítio já há algum tempo demarcado, apto a receber naves e pessoas extraterrenas, que ele garante que virão. Não se trata de um campo de pouso; não tem pista. Também isto não é necessário, pois as naves siderais não necessitam disso para operarem.

Sua explicação para o alto gabarito da ciência fora do espaço da Terra é a de que não se pode conceber superioridade alguma da mente humana, haja visto os problemas com os quais a espécie vem se defrontando há muito tempo e não encontrou saídas ainda. A inteligência bem mais desenvolvida do que a nossa, manifestada pelos seres extraterrenos que tem vindo até nós, pode ser explicada por um fato apenas: “O seu domínio completo sobre a lei da inércia, que permite o deslocamento físico do corpo a distâncias que ultrapassam os limites da nossa imaginação, e a velocidades fantásticas com as quais o homem nem sequem sonhou. A convicção que temos é a de que os homens de outros planetas, de outras galáxias, penetram em tudo com profundidade, desde a física, a biologia, a psicologia e a religião, podendo mais tarde, quando forem estabelecidos canais diretos de comunicação, influenciar para a elevação do homem, ressaltando ainda mais a capacidade humana da criação. Estamos ainda no começo, no limiar da nossa evolução espiritual”.

A VIDA DO GENERAL UCHOA VIROU FILME CURTA METRAGEM
“O general Uchoa e os discos voadores”

Direção: Patrícia Saldanha*
Documentário, cor, digital, 19min39, DF, 2009

SINOPSE:
No início dos anos 70, em Brasília, Alfredo Moacir de Mendonça Uchôa, general e estudioso de fenômenos paranormais, liderava um grupo de pesquisadores na tentativa de comprovar a presença de objetos voadores não identificados em nosso planeta. Durante cinco anos realizou pesquisas na fazenda Vale Rio do Ouro, no município de Alexânia (GO), distante 95 km de Brasília. A experiência levou o general a escrever livros, proferir palestras e a tornar-se um dos mais renomados representantes da ufologia nacional.

Elenco: Paulo Roberto Uchôa, Fabrício Pedroza, Nazaré Pedroza, Wilson Geraldo Oliveira, Jerônima Beck, Gilná Moyses, Roberto Beck e General Uchôa.
Produção executiva: Gilná Moyses  
Roteiro: Anelise Martins, Gilná Moyses e Patrícia Saldanha  
Fotografia: Jorge Daniel Moyses Jr. e Patricia Saldanha  
Montagem e som: Jorge Daniel Moyses Jr.  
Direção de arte: Patrícia Saldanha  
Trilha sonora: Paulo Roberto Uchôa  
Música original: Mantra "El Morya"  
Produtora: Patrícia Saldanha*
 
(*) Patrícia Antoniazzi Saldanha nasceu em Porto Alegre, RS, em 1961. Formada em Jornalismo pela PUC/RS em 1983, já trabalhou como repórter e redatora em jornais, revistas, agências de notícias e rádios. Amante da sétima arte desde muito cedo, somente aos 40 anos decide abraçar o sonho de ser uma realizadora. Sua formação na área foi construída em vários cursos e oficinas de realização audiovisual, com destaque para a especialização em cinema na Universidade Tuiuti de Curitiba (PR), em 2003/2004 e no curso de aperfeiçoamento em cinema documentário na Escola Internacional de Cinema e TV (eictv) de Cuba, fevereiro de 2008. Primeiro filme da diretora.
 
Obs.: O conselheiro especial da Equipe UFO, ROBERTO BECK, atua nesse curta metragem sobre general Uchoa.
Clique aqui e saiba mais

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Wallpaper de Nosso Blog...

Pra quem interessar baixar esse papel de parede e ficar com a nossa comunidade e nosso blog mais perto de você, taí:

 

Clique na imagem e, quando aparecer a imagem em tamanho real, salve e aplique como plano de fundo da área de trabalho! 

Arte: Frank Sinnatra

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Starchild: O menino das estrelas

O misterioso crânio conhecido como o "Starchild Skull" (em português: crânio do menino das estrelas), tem sido objeto de especulação e de intriga durante várias décadas. Trata-se do crânio de um menino que por suas características particulares poderia ter vindo de outro mundo.

História do crânio de Starchild
 
Há 65 anos, em uma gruta de um povoado rural localizado a 150 km ao sul do estado mexicano de Chihuahua, uma adolescente encontrou dois esqueletos completos, um muito estranho e de pequena estatura e outro de tamanho e aspecto normal. A jovem guardou estes crânios durante toda sua vida e, depois de sua morte, foram entregues a um casal norte-americano, para finalmente, passar as mãos dos pesquisadores norte-americanos Lloyd Pye e Mark Bean, que com a colaboração de empresas especializadas em genética e com o apoio do geneticista Dr. Kem Paid junto a vários outros especialistas chegaram a conclusão de que existe uma probabilidade próxima a 90% de que o estranho crânio é de um ser híbrido de mãe Humana e de pai de uma raça não conhecida.

O projeto Starchild
 
O fenômeno despertou semelhante interesse científico e atualmente o projeto "Starchild Project", conta com famosos pesquisadores de todo mundo, com o único objetivo de dar resposta a este incrível mistério.
O diretor da equipe de pesquisadores, Lloyd Pye, afirma que, a existência de seres extraterrestres em nosso planeta poderia ficar demonstrada graças a esta extraordinária descoberta. Os cientistas explicam que a análise dos crânios permite chegar as seguintes conclusões: um é totalmente normal e pertenceu a uma mulher jovem, entre 20 e 30 anos; o outro (o crânio StarChild) é de uma criança de aproximadamente cinco anos e mostra uma série de alterações que não parecem próprias de um ser humano. Sua morfologia é muito estranha, com as laterais dos olhos avolumadas e com a parte posterior alongada e esmagada. Ademais, as concavidades oculares são muito superficiais, pelo que se supõe que a criatura carecia de mobilidade nos olhos. Por outra parte, o denominado foramen magnum, o buraco que se encontra na base do crânio e que o une à coluna vertical, se encontra adiantado, quase no centro da base. Os testes do carbono 14 e DNA, realizadas pelo Dr. David Sweet da University of British Columbia de Vancouver (Canadá), deram como resultado uma antiguidade de 900 anos. Por sua vez a equipe que analisou os crânios descartou a possibilidade de que todas essas "peculiaridades" sejam apenas más formações congênitas, o que permite a vasta gama de suposições de que estamos diante de uma espécie alienígena. Esta possibilidade ganha muita força já que nas análises das amostras de DNA realizadas no crânio não foram encontradas até o momento em nenhuma espécie vivente conhecida que coincida com o DNA do suposto Pai.



A lenda do menino das estrelas
 
Quanto à origem híbrida desta criança, os indígenas que habitam a região ondeos crânios foram encontrados contam uma antiga lenda sobre as crianças das estrelas. Segundo estes relatos, que remontam no mínimo a dois séculos atrás, seres procedentes das estrelas deixavam grávidas várias mulheres que viviam nas aldeias mais isoladas da região. Após dar a luz a estas crianças das estrelas, criavam-nas durante vários anos, até que seus pais regressavam do céu para levá-las. É possível que os restos encontrados correspondessem a uma mãe que tentou evitar que lhe arrebatassem o filho híbrido?

A profecia
 
Benjamin Solari Parravicini, um famoso paranormal Argentino profetizou em 1938, através de uma de suas psicografias (ver imagem abaixo), que "A teoria de Darwin está equivocada. O homem veio das estrelas".



Outra evidência de que os extraterrestres somos nós?

Acesse esse assunto em debate aqui

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Irene Mazloum Granchi



Em determinados instantes nos deparamos com uma inquietante questão: a ordem já se fazia notar nos ambientes mais caóticos e essencias de nossa trajetória enquanto seres pensantes ??? A resposta absoluta ainda não nos foi trazida, um sem número de especialistas, das mais diversas áreas do conhecimento, ainda estão a trabalhar. No entanto quando miramos alguns pontos em especial, concluímos que em verdade, estamos focando indícios de uma resposta positiva. Um desses pontos, atrevo-me a destacar, é a gestação da vida inteligente, da criatura pensante ser dádiva & prerrogativa, única, responsável e exclusivamente, da dimensão feminina do Homo Sapiens.

Portanto, o ato pensante que se ocupa dos ''mistérios do céu e da terra'', jamais poderia ser exceção a esta regra elementar (aliás a regra por excelência), os esforços da Ufologia Nacional Brasileira têm sua gênese, sua origem, sua Matriarca: a Eminente Sra; Dna. Irene Mazloum Granchi Bem poderia, neste instante pinçar um fragmento da sinope do volume ''UFOs e Abduções no Brasil'': ''A Ufologia deve muito a alguns poucos pioneiros que, contra tudo e contra todos, começaram suas investigações logo quando teve início a Era Moderna dos Discos Voadores, em 1947. Em nosso país, um nome desponta como líder absoluto nesta galeria de pioneiros: Irene Granchi, que desenvolveu durante quase 50 anos centenas investigações ufológicas precisas e perfeitas, deixando um legado vivo até hoje. Consagrada mundialmente, seus trabalhos são caracterizados por alto nível de detalhismo e foram publicados nas mais renomadas revistas internacionais. (...)'' - Revista UFO

No entanto, opto pelas seguintes linhas, fixadas na edição 146 da Revista UFO (Outubro/2008) e de autoria de Cláudio Tsuyoshi Suenaga: "Irene Granchi - A grande pioneira da pesquisa ufológica no Brasil". Irene Granchi nasceu na Alemanha, em 26 de novembro de 1913, mas teve formação inglesa. Também estudou e morou em Milão e, logo depois de se casar com o italiano Marco Granchi, veio para o Brasil. Naturalizada brasileira “desde os tempos de Getúlio Vargas”, como diz, teve sua vida de pacata dona-de-casa completamente mudada numa tarde de julho de 1947, quando viu, pela primeira vez, um disco voador metálico em formato de tampa de panela pairando sobre o sítio em que morava no município de Vassouras, interior do Rio de Janeiro. Desde então, se deu conta de que não teria paz enquanto não soubesse tudo a respeito do que acabara de presenciar. O início da carreira desta que é a primeira ufóloga brasileira e respeitadíssima na área em todo o mundo é o retrato da garra, da força de vontade e do esforço, sem se importar com os riscos que recebeu e o cansaço que a acometia em suas investigações ufológicas. Carregando um gravador de 15 kg numa mão e dezenas de outros apetrechos na outra, subia e descia morros do Rio de Janeiro atrás de UFOs e suas testemunhas. O resultado de tanta atividade garantiu a Irene o incontestável mérito de ser a grande pioneira da Ufologia Brasileira. Poliglota, a nossa “representante de saias” foi aos poucos conquistando prestígio internacional. Desde os primórdios da Era Moderna dos Discos Voadores, conviveu com ufólogos como Joseph Allen Hynek, Jim e Coral Lorenzen, Gordon Creighton, Olavo Fontes e tantos outros com os quais manteve íntimo relacionamento e troca de informações, o que proporcionou boa soma de conhecimentos passados à Comunidade Ufológica Brasileira. 
 
Na noite de 17 de agosto de 1968, Irene retornava para sua casa, depois de ter visitado um amigo no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, quando avistou um UFO pela segunda vez. Era por volta das 21h15 e, enquanto esperava o ônibus, o objeto fez um show para ela. Toda sua família, incluindo o marido, foram testemunhas de avistamentos ufológicos ao longo de suas vidas. Para Irene, há uma “propensão inata” para que uma determinada família seja visada pelos UFOs, no que concorda sua filha, a artista plástica carioca Chica Granchi. Ambas são integrantes da Revista UFO desde sua criação. Irene é presidente de honra do Conselho Editorial da publicação e Chica é consultora. Em 1978, em parceria com a Hunos Editorial, Irene lançou a revista OVNI Documento, o primeiro veículo brasileiro inteiramente dedicado à Ufologia, antecessora direta da UFO. A publicação, no entanto, durou apenas dois anos e teve somente oito edições, fechando as portas e enlutando a Ufologia Brasileira. Foi devido a isso que surgiu a Revista UFO, tendo em Irene uma fonte de inspiração direta e constante.


A OVNI Documento tinha um corpo de colaboradores de peso, que incluía nomes como o citado Hynek, Silvio Lago, Flávio Pereira, Fernando Cleto Nunes Pereira Mário Martins Ribeiro, Bob Pratt, Bill Chalker, Décio Estrela Maia, Húlvio Brant Aleixo e o general Alfredo Moacyr Uchôa. Entretanto, a união de esforços em prol da excelência não foi suficiente para driblar a falta de patrocínio, de recursos e as sucessivas crises econômicas, obrigando Irene a encerrar precocemente suas atividades. Hoje, as edições da OVNI Documento são avidamente disputadas em sebos e zelosamente preservadas por colecionadores". - Revista UFO  

Na sequência dessas linhas, no site da Revista UFO (linkado acima), há uma consistente e importante entrevista com a Dna. Irene Mazloum Granchi. 

Postado na comuniade por: Maurício
 
Link para esse assunto na comunidade

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Kbely-Pennemünde-Mimoyecques

Os alemães de uma nação derrotada, pobre e humilhada na década de 20, se tornaram uma nação forte, estabilizada e tecnologicamente ativa e produtiva em meados de 30.

Como pode tal salto? São só obras de cabeças geniais? Será investimento pesado nas pesquisas científicas? Ou será plausível uma ajuda externa, de fora do globo terrestre? A Base aérea de Kbely, em Praga-República Tcheca, foi palco de grandes e curiosos experimentos e estudos envolvendo tecnologia terrestre avançada, ou tecnologia alien.

Base aérea de Kbely, em Praga, República Tcheca 
Um exemplo desses estudo, muito provavelmente um protótipo operacional, foi o BMW Flugelrad V-1, que era um disco voador propulsionado por um jato. Foi construido por uma equipe da engenharia da bmw, liderada pelo Dr. Miethe em 1943 e voou entre agosto e setembro do mesmo ano.
BMW Flugelrad V-1 
Outro exemplo, foi dos trabalhos desenvolvidos pelo Dr. Viktor Schauberger, que consistia numa aeronave que se sustentava através de um "vortex-tornado" que tinha propriedades magnéticas que levavam à levitação. Dois foram fabricados, e 1 voou muito bem, o outro bateu no teto do hangar e foi destruido. Depois disso Shauberger foi dispensado e a SS tomaram conta de todos os documentos e guardaram em local secreto. Depois da guerra, o Doutor foi levado para os EUA, e obrigado a assinar um contrato com uma empresa de fachada da Cia, concedendo a essa empresa todos os direitos sobre suas pesquisas. Ele voltou pra Áustria e morreu 5 dias depois.

Dr. Viktor Schauberger 
Você deve estar perguntando-se: "Mas ninguem viu isso?" possivelmente não. Era tempo de guerra, quem cuidava da segurança era a própria SS, e todas as janelas de moradias próximas eram pintadas de preto. Quase com certeza se alguem viu, era pessoal do "Staff" e se não era, eles devem ter dado um fim no "bisbilhoteiro"... A "pequena" base situada no extremo norte, as margens do báltico, foi o lugar escolhido pelo governo alemão para ser desenvolvido mísseis guiados e aeronaves avançadas. Dos mísseis podemos citar o famoso V2 e o Wasserfall, que era um míssil especializado no combate aos bombardeiros pesados aliados, do tipo Terra-Ar (SAM Surface to air missile) primeiro desse tipo no mundo. O mestre por trás de tudo era o gênio, Dr. Werner Von Braun. E ele não estava só, participavam: 1. Technical Design Office (Walter J H "Papa" Riedel) 2. Aeroballistics and Mathematics Laboratory (Dr Hermann Steuding) 3. Wind Tunnel (Rudolph Hermann) 4. Materials Laboratory (Dr Mäder) 5. Flight, Guidance, and Telemetering Devices (German: Bord-, Steuer- und Messgeräte, BSM -- Ernst Steinhoff) 6. Development and Fabrication Laboratory (Arthur Rudolph) 7. Test Laboratory (Klaus Riedel) 8. Future Projects Office (Ludwig Roth) 9. Purchasing Office (Mr Genthe) Funcionava também o Instituto de Aerodinâmica e outras unidades menores de menor importância.

Mais sobre o Flugelrad...
 
Concebido por uma equipe de engenharia da BMW, conduzida pelo Dr. Heinrich Richard Miethe, nas proximidades da cidade de Praga. 
   
O Flugelrad V-1 foi construído em 1943 e fez seu primeiro vôo, em agosto / setembro desse ano, no aeródromo Prag / Kbely (como já mencionado acima). A idéia subjacente a esta estranha aeronave foi a utilização de deflexão dos gases de escape de um BMW 003 turbojato 12 para cima para fazer uma lâmina do disco (com um diâmetro 6 m) girar até 1800 rpm, em seguida, para redirecionar o escape simultaneamente para trás e para a alterar o passo das lâminas, assim era possível decolar, como em um Autogiro.

Assunto em debate aqui.  

Postado na comunidade por: Gabriel

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Nikola Tesla, um contatado?

Nikola Tesla 
 

Nikola Tesla nasceu em 9 de julho de 1856, na vila de Smiljan, na Croácia, exatamente à meia noite. Desde o início de sua infância, ficou claro que Tesla era uma mente extraordinária. Seu pai, Milutin Tesla, o ajudou a fortalecer sua memória e raciocínio através de uma grande variedade de constantes exercícios mentais. Sua mãe, Djouka Tesla, vinha de uma longa linhagem de inventores, e ela própria criava várias ferramentas para costura e outras tarefas que desempenhava em casa. Tesla possuía um irmão mais velho, Dane, quem ele considerava seu superior em todas as coisas. Quanto Nikola tinha cinco anos, sentia inveja do cavalo branco de seu irmão, sendo proibido por seu pai de montar, devido à sua idade.

Certo dia, Nikola usou uma zarabatana para atirar uma semente no cavalo enquanto seu irmão montava. Dane foi atirado para trás e morreu logo após. O sentimento de culpa que ele sentiu por esta tragédia perseguiu Tesla por toda a sua vida, e não importa o quão grandes fossem suas descobertas, ele sempre acreditou que Dane poderia ter feito melhor. Durante sua infância, Tesla adoeceu repetidamente. Ele sofria particularmente de um mal no qual flashes cegantes de luz apareciam diante de seus olhos, freqüentemente acompanhados de alucinações. Na maioria dos casos, as visões eram ligadas a uma palavra ou item que ele poderia vir a encontrar no futuro, simplesmente ao ouvir o nome do item, ele involuntariamente o visualizava em perfeitos detalhes.

Os flashes e imagens causavam grandes desconfortos a Tesla, e quando ele atingiu sua adolescência, aprendeu a reprimi-los exceto em certos casos de stress. Quando eles ocorriam, tinham uma natureza que poderia ser descrita como psicótica. Em certa ocasião, Tesla tentou nadar por debaixo de uma estrutura que se estendia além do que ele havia imaginado. Encontrando-se aprisionado debaixo d'água, sem sinal da superfície, um flash apareceu e com ele Tesla viu uma pequena abertura levando a um bolsão de ar. Sua visão estava correta, e sua estranha doença o salvou de um afogamento certo.

Na ocasião da morte de seus pais, Tesla afirmou ter tido uma premonição detalhada de ambos os acontecimentos. Mais tarde, ele se vangloriava ao poder transmitir mentalmente uma imagem a uma pessoa em outra sala. Nos mais de 60 anos desde sua morte, Nikola Tesla nunca tinha deixado de ser uma fascinante figura misteriosa em algum lugar fora das fronteiras da história tal como é entendido pelas massas cegas. Enquanto nós como uma civilização do século 21 continuamos a colher os frutos de seu gênio desproporcionado, Tesla ainda tem de ser dado o reconhecimento que merece, como um grande arquiteto da era tecnológica relativamente confortável em que vivemos. Ainda assim, existem aqueles de nós que dão Tesla sua dívida, tardiamente, mas sinceramente. Este artigo irá lidar com um aspecto da genialidade de Tesla, que tem obtido pouca atenção até mesmo daqueles de nós que reverenciam o seu nome: contato UFO. E que a teoria, não é mais bem defendida do que em "The Lost Journals of Nikola Tesla" por Tim R.
 
Tim Swartz 
Tim Swartz, foi entrevistado há alguns anos para uma das revistas extinta de Tim Beckley nas bancas, e Swartz onde foram estabelecidos alguns antecedentes históricos dos primórdios de Tesla. "Tesla nasceu na Iugoslávia", disse Swartz, "no que é hoje a Croácia, à meia-noite entre 9 de julho e 10 de julho de 1856. Tinha aquela centelha de gênio direito desde o início. Há uma quantidade de pessoas, eu acho, ao longo de nossa história, que poderia classificar como um "super gênio." Essa é a melhor palavra que eu possa pensar. A maioria das pessoas concorda que Einstein foi um dos nossos maiores gênios. Talvez Leonardo da Vinci. e Nikola Tesla deve estar junto com esses homens, porque ele parecia ter este espírito que estava aberto para o universo. "Eu suponho que é uma forma bastante esotérica de olhar para ele", continuou, "mas ele tinha a capacidade de visualizar suas idéias, a tal ponto que ele poderia realmente" ver "o que ele estava a visualização em três dimensões. “Como ele colocou ‘Ela parecia pairar no ar à direita, na frente dos meus olhos.”
Hoje em dia, Tesla é o mais conhecido do grande público como o inventor do motor AC.
 
"Todo o nosso sistema de eletricidade", explicou Swartz, "trabalha com corrente alternada. No dia de Tesla, Thomas Edison tinha inventado um sistema para fornecer eletricidade para casas e edifícios com base na corrente contínua, corrente direta. DC funciona bem atualmente, mas não pode ser enviado a qualquer distância grande. Provavelmente, a cada meia milha a milha, você teria que ter uma estação que passo o poder de volta para cima novamente e enviá-lo por mais uma meia milha ou assim. Um sistema muito ineficiente , e realmente só é bom para áreas próximas, como Nova York.

É aí que Edison tinha feito inicialmente alguns fios." Tesla, em contrapartida, criou um motor baseado em corrente alternada, que pode viajar centenas de quilômetros antes que tenha que ser retransmitido. Esta foi uma revolução para a época. Tesla veio com uma versão de trabalho de um motor AC e foi o primeiro a construir, em Niagara Falls, um enorme poder de geração da estação que fornecia eletricidade para Nova York. "Foi barato, limpo, eficiente e que realmente trabalhavam", disse Swartz. "Essa é provavelmente a maior reivindicação de Tesla para a fama."

Tesla fez parte da invenção do rádio. Apesar de que popularmente quem tem mais crédito para invenção do rádio é o Marconi, a Suprema Corte declarou alguns anos após Tesla ter morrido que patenteou dispositivos de Tesla sobre o rádio que havia precedido de Marconi e Tesla, que é oficialmente o pai do rádio. Tesla também criou o primeiro dispositivo de controle remoto, que ele demonstrou por dirigir uma pequena bateria de energia no barco de brinquedo através de várias manobras em um lago com observação de repórteres. Ele também projetou um torpedo para o uso na guerra, que foi controlado remotamente. Foi enquanto trabalhava em um receptor de rádio projetado para monitorar tempestades que Tesla tropeçou em algo de extraordinário. "Tesla pensava que possivelmente ele tinha recebido um sinal de rádio do espaço exterior", disse Swartz, "que poderia eventualmente ser de extraterrestres.

Que é um conceito bastante surpreendente para seu tempo. Pessoas especulavam que podia haver vida em Marte, mas ninguém sugeriu isso muito a sério. Tesla estava conduzindo experiências em Colorado Springs, Colorado, em 1899, com um bom porte receptor de rádio, porque ele era fascinado pela forma como jogou em um raio de trovoadas. Ele estava tentando chegar a um caminho para aproveitar o poder das trovoadas.” "Em uma noite", Swartz continuou "ele recebeu o que chamou de ‘sinais regulares’. "Você sabe, como bip, bip, bip. Não é habitual ouvir estática de trovoadas e relâmpagos. Perguntou-se ao mesmo tempo se não fosse ele ter ouvindo a "uma saudação de outro planeta", como ele dizia. partir daí tornou-se algo de uma obsessão dele, para construir receptores de rádio cada vez melhor para tentar ver se ele poderia repetir o que ouviu. Chegando ao ponto onde ele afirmava que ele realmente recebeu transmissões de voz. Ele disse que soa exatamente como as pessoas falando para trás e para os outros. Ele fez anotações dizendo que ele estava realmente ouvindo os seres inteligentes de outro planeta a falar uns com os outros, embora ele não soubesse o idioma que eles estavam falando. Mas “ele ainda sentia que entendia.” Um ponto interessante que deve ser feito aqui é que, no momento Tesla estava ouvindo essas vozes estranhas através de seus equipamentos de rádio primitivos, de 1899, o país tinha apenas experimentado o grande dirigível Wave do final dos anos 1800.

Não menos um perito de Ufos que é investigador e historiador Dr. David Jacobs acredita que um contato verdadeiro com um óvni começou, nos céus da América, quando as pessoas conheciam apenas os balões de ar quente como algo real voando e logo viram dispositivos ou naves de metal que sobrevoou suas casas e campos agrícolas, seqüestrando ás vacas ocasionalmente e via os agricultores desnorteado em assuntos além da sua compreensão. Enquanto um hesita em abandonar o mais familiar acidente astronáutico e teoria que diz que o contato com alienígenas começou com o nascimento da humanidade em tempos pré-históricos, a crença de Jacobs tende a apoiar o que Tesla alega que aconteceu com ele. Isso também levanta a questão: Será que os extraterrestres têm algum tipo de peça na liderança Tesla para criar o que ele fez?

Argumenta-se no polêmico livro "The Day After Roswell", pelo saudoso coronel Philip Corso e seu colaborador Bill Birnes, que recuperou a tecnologia alienígena de engenharia reversa e foi utilizada para estabelecer as bases para inúmeras invenções, incluindo fibra óptica e muito mais em o caminho da tecnologia que nós tomamos para concedido hoje. Uma das vezes, se pergunta se os alienígenas são os responsáveis na implantação de novas tecnologias ou mesmo diretamente “inspiradores”, através de algum processo de pensamento implantado, para influenciar na criação de novas maravilhas da era atual. Em qualquer caso, é provável que algum tipo de sobreposição entre o contato de voz de Tesla e as invenções que vieram mais tarde, embora seja obviamente impossível de provar. Tesla sentiu as vozes que foram lentamente preparando a humanidade para a conquista e dominação.

Em "The Lost Journals of Nikola Tesla", Swartz passa a contar a arrepiante cronologia da batalha de Tesla com esses extraterrestres que acreditava ser uma raça inimiga, todos contra um fundo de espionagem industrial e segredo governamental que faria para um conto de ficção científica se não fosse o fato de que os eventos são supostos fatos totalmente real. Tesla mais tarde veio a público com sua afirmação de que ele estava recebendo transmissões de voz extraterrestre e foi submetido ao ridículo habitual humilhante que cumprimenta testemunhas óvnis hoje, quando eles tentam falar abertamente de suas experiências. Mas ele permaneceu firme em sua convicção de que as vozes eram verdadeiras e representam uma ameaça terrível para a vida na Terra como a conhecemos.

No Global Communications o editor Tim Beckley forneceu mais dados sobre a conexão entre Tesla e óvnis. "Há muitos que acreditam", disse Beckley, "que Tesla era realmente uma estrela infantil" das sortes, que nasceu em outro planeta e que foi deixado na porta de seus pais adotivos. Esta teoria especulativa foi inicialmente oferecida em uma longa história de um livro impresso por Margaret Storm e mais tarde pelo comandante intitulado como X "Nikola Tesla: Energia Livre e da Pomba Branca". Com a idéia de que Tesla tinha nascido fora do planeta, Beckley continuou, "parece ter se originado com um cavalheiro chamado Otis T. Carr. A MD Baltimore e inventor, Carr afirma que trabalharam lado a lado com Tesla por anos e que ele descobriu pedaços da vida do grande inventor do que ninguém conhecia, incluindo o fato de que Tesla não era originalmente de “aqui“. Segundo Beckley, Carr mais tarde passou a inventar um dispositivo em forma de disco voador que ele disse por meros US $ 14 milhões nos levaria para Marte ou em algum lugar mais próximo do sistema solar. "Carr foi uma figura controversa no seu próprio direito", acrescentou Beckley, "mas ninguém foi capaz de provar que ele não trabalha com Tesla, em Manhattan, onde Tesla estava vivendo no Hotel New Yorker perto de Herald Square. Sabemos que Tesla ficou fascinado com a possibilidade de haver vida em outros planetas.” Beckley Swartz reiterou declarações a respeito de Tesla em tentativas para estabelecer contato com os extraterrestres via rádio. "E ele poderia ter sido bem sucedido em alcançar para fora", disse Beckley. "Além disso, diz que Tesla desenvolveu um telescópio" que poderia usar para fazer contato com extraterrestres.

O dispositivo estava em exposição no Canadá há vários anos antes de seu proprietário ter falecido. “Agora, algumas palavras sobre o título do livro de Swartz diz que Tesla morreu em 1943, na pobreza e na obscuridade relativa. Como ele mudou de hotel para hotel, ficava um passo à frente de suas dívidas, muitas vezes ele deixou para trás muitas malas cheias de notas e esquemas de invenções inacabadas. Diz à lenda que depois que ele morreu, o governo federal interveio e confiscou o material, acreditando que continha desenhos de dispositivos, novas armas e, portanto, era relevante para a segurança nacional. Mas, aparentemente, algumas coisas escaparam por entre os dedos das mãos do governo. Em um leilão de 1976 em Newark, Nova Jersey, um colecionador chamado Dale Alfrey comprou quatro caixas de papéis por cerca de US $ 25. Alfrey no primeiro pensamento que ele tinha comprado as notas de um escritor de ficção científica e não tinha idéia da importância do que as caixas continham.

Vinte anos se passariam antes Alfrey começou realmente a ler o material e tentar preservar os documentos mal cuidados digitalizando-los em seu computador. Enquanto ele estava absorvido nesse esforço, ele foi visitado por um trio de homens de preto (MIB), que olhou para ele como "empreendedores". Eles se ofereceram para comprar os papéis da Alfrey, que respondeu que não estavam à venda. Depois de uma discussão mais aprofundada, que incluía algumas ameaças perturbadoras dos MIBs, os três visitantes se afastaram. Alfrey sentiu-se recuperando a consciência depois de passar numa espécie de transe. Quando ele correu para dentro, os papéis tinham ido embora, e assim foi o disco rígido de seu computador. Ele nunca recuperou totalmente a partir da experiência com os MIBs, mas fez o suficiente para manter o que ele tinha lido nos escritos que perdeu de Tesla que é descrito no livro de Swartz. Entretanto, a conta do jornal a partir do momento da morte de Tesla relacionava que uma dúzia de grandes caixas de anotações de Tesla podem estar ainda desaparecidas, talvez à espera de ser redescoberta e desvendar os seus segredos de nosso tempo. Esta nova edição revisada e ampliada, do "The Lost Journals of Nikola Tesla" por Tim R. Swartz também contém novos capítulos sobre Time Travel, energia alternativa, e discos voadores nazistas, todos os quais ajudam a expandir o alcance e profundidade do legado que Tesla deixou a nós, para ajudar em nosso século 21 tateando para o domínio tecnológico de nosso mundo. Se nós já aprendemos a viajar no tempo ou levar nossa energia diretamente das forças que anima o universo, ou mesmo a escorregar os laços ranzinza da Terra em uma nave em forma de disco do projeto humano, a nossa dívida para com Nikola Tesla só pode aumentar.
Autor: Sean Casteel Fonte: http://www.seancasteel.com/ e http://www.exatas.com/fisica/tesla.html  
Créditos e Fonte de Imagens: http://www.ufodigest.com
Tradução: Visão Ufológica

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