quinta-feira, 11 de março de 2010

A HISTÓRIA POR DETRÁS DO "YELLOW BOOK"

"O Yellow Book" foi fornecido pelo EBES. Não é exatamente um livro. É um bloco de material, com cerca de 2 1 / 2 polegadas de espessura e transparente na natureza e na aparência. O leitor olha para a superfície transparente e de repente as palavras e as imagens aparecem. É uma série infinita de histórias e fotografias históricas do nosso Universo, sobre o planeta dos Ebes, sua terra-natal e outras interessantes histórias sobre o Universo. Ele também contém relatos históricos e vários relatos sobre a história da Terra e do passado distante.


Seria preciso uma vida inteira para lê-lo e outra vida inteira para compreendê-lo. Há também "O Red Book" foi escrito pelo Governo Americano. Ele contém volumes da informação que reunimos sobre os nossos contactos com Formas de Vida Extraterrestres. O primeiro volume começa em 1947. O último volume foi iniciado em 2005. Mas isso é uma outra história, para um outro post...

Segundo as minhas pesquisas, o Yellow Book é dividido em duas partes, ou em dois volumes: A primeira parte feita, elaborada e entregue ao governo americano pelos EBES, onde contém o que mencionei acima e a segunda parte, a feita por nós, humanos.

CONVIDADOS

Alienígenas prisioneiros em uma área conhecida como “A Caverna de Gelo” em Los Alamos, Novo México. Originalmente havia 16 aliens Cativos. Desses, 15 morreram.
Esses alienígenas foram "convidados" a dar amplas informações sobre os demais aliens no universo conhecido e contar a sua história. Isso ficou conhecido como o "Yellow Book".

 Los Alamos

Estes convidados certamente não gostavam de sorvete de morango e, sobretudo de outros sabores. Estas informações foram dadas em troca de 16 seres humanos que também foram “convidados”. Estas pessoas foram usadas pelos EBES para dar informações sobre os seres humanos e sua história neste planeta. Esses "Convidados" deram-lhes informações sobre musica, natureza, especialmente como apreciar a música de outros lugares, como os países orientais, da natureza e especialmente desfrutar música que era originária do Tibet (?). Eles, os EBES, possuíam Q.I’s EXTREMOS, o menor NA FAIXA DE 200 e tinham uma tendência muito grande para mentir.

RELIGIÃO

No Yellow Book, os aliens reclamam a patente de um homem, um híbrido criado por eles. Eles afirmam que todas as religiões foram criadas por eles para apressar a formação de uma cultura civilizada e controlar o desenvolvimento dos humanos. Eles alegam que Jesus era um produto de seus esforços.


OS aliens deram inúmeras provas de suas alegações e deram essas provas escritas no volume do Yellow Book de sua autoria, o "O Yellow Book ALIEN!" Que lhes permite mostrar de forma acústica e visual QUALQUER PARTE DA HISTÓRIA que eles ou nós queremos ver (inclusive sobre seus produtos fruto de engenharia genética avançada, como os pais das religiões do mundo, entre eles, Jesus). Segundo eles, o sangue é a maior prova de hibridação e a nossa ciência tende a corroborar com a sua alegação.

TRIANGULOS NEGROS SILENCIOSOS

Projetados a partir de informações obtidas no YellowBook, tornaram-se peças lendárias nos círculos ufológicos. Enormes triângulos negros têm sido vistos por observadores rastejando silenciosamente pelo céu, baixo e lento, sobre cidades próximas e calmamente cruzando rodovias.


O National Institute for Discovery Science (NIDS), catalogou os avistamentos desses Triângulos, cruzou e combinou bases de dados para ter um olhar mais preciso sobre esse mistério.

Com sede em Las Vegas, Nevada, o NIDS é um instituto de ciência de financiamento privado com uma investigação séria focando na área de “fenômenos”. Os resultados de seus estudos acabam de ser lançados e levam a algumas conclusões intrigantes.

O estudo aponta: Os Estados Unidos estão atualmente enfrentando uma onda de avistamentos Triangulos Voadores que se intensificou na década de 1990, especialmente para a última parte da década de 1990. A onda continua.

Os Triângulos Voadores estão sendo implantados mais abertamente perto de centros populacionais, inclusive nas proximidades de rodovias interestaduais.

A QUEDA DOS UFOS

Durante os anos seguintes à Segunda Guerra Mundial, o governo dos Estados Unidos foi confrontado com uma série de eventos que foram além da previsão de mudar o seu futuro e com ele o futuro da humanidade. Estes eventos foram tão incríveis que desafiou as suas próprias crenças.

Um atordoado Presidente Truman e seus principais comandantes militares encontraram-se virtualmente impotente depois de ter acabado de ganhar a guerra mais devastadora e cara da história. Os Estados Unidos foram a única nação que havia desenvolvido e usado a bomba atômica que só tinha o potencial apenas de destruir qualquer inimigo, e até mesmo a própria Terra.

Naquele tempo os Estados Unidos tiveram a melhor economia, a tecnologia mais avançada, o mais alto padrão de vida, exerceu a maior influência, e desdobradas as forças de maior e mais poderio militar da história.


Só podemos imaginar a confusão e preocupação quando a elite do serviço secreto informa ao Governo dos Estados Unidos que descobriu que uma nave alienígena pilotada por insetos, seres de uma cultura totalmente incompreensível, havia caído no deserto do Novo México.

Entre janeiro de 1947 e dezembro 1952 pelo menos 16 naves alienígenas caíram ou foram abatidas, 65 corpos de alienígenas foram recuperados, dentre esses 1 apenas sobreviveu. Uma nave alienígena adicional tinha explodido e nada foi recuperado a partir desse incidente. Destes acidentes, 13 ocorreram dentro das fronteiras dos Estados Unidos não incluindo uma nave que se desintegrou no ar.

ACOBERTAMENTO DE OPERAÇÕES?

O NIDS aponta uma conclusão importante, é que as ações destas naves triangulares não se conformam com os padrões anteriores de implantação dissimuladas de aeronaves desconhecidas. Além disso, nem agenda, nem a origem dos triângulos de vôo são conhecidas atualmente.

Entre os anos de 1990-2004 o estudo observa que se tem visto uma intensa onda de vôo da “Aeronave Triângulo”.


Através de relatórios feitos por centenas de testemunhas oculares, a avaliação do NIDS afirma que o comportamento dos veículos não parece coerente com a implantação de aeronaves avançadas secretas do DoD (Departament of Defence).

Pelo contrário, é consistente com:

1- A implantação da rotina de desenvolvimento de uma aeronave DoD desconhecida e avançada ou...

2 - A implantação de rotina de desenvolvimento de um avião cuja propriedade e operação sejam feitas por pessoal não-DoD, sugere o estudo NIDS.

As implicações da última possibilidade são preocupantes, especialmente durante o pós 11 de setembro, época em que o espaço aéreo dos Estados Unidos era extremamente, fortemente vigiado e controlado, explica o estudo NIDS.

Em apoio de opção (uma necessidade), não é muito maior para a fiscalização nos Estados Unidos no pós 11 de Setembro era e é certamente possível que a implantação de plataformas de vigilância de baixa altitude é uma rotina aberta.

PROJETO ABERTO?

Segundo Colm Kelleher, administradora do NIDS, a meta quase recém-concluída da análise dos Triângulos Voadores vem de três principais bases de dados nos Estados Unidos: Do NIDS, do Mutual UFO Network (MUFON) e dos dados coletados pelo pesquisador independente, Larry Hatch, o criador e dono de um dos maiores e mais completo banco de dados UFO no mundo.

Colm Kelleher

Kelleher disse ainda que a análise indica que a implantação do vôo dos triângulos é aberto, ou seja, não é secreto, e envolve a baixa altitude, iluminado aeronaves rotineiramente implantado em cima de áreas povoadas, incluindo cidades e rodovias interestaduais.

Larry Hatch
 
“No entanto, não posso dizer se estas são aeronaves da Força Aérea. Nós simplesmente não sabemos”, disse Kelleher ao SPACE.com. Mas isso não parece ser consistente com os padrões dissimuladas de implantação vimos com o F-117 e B-2, antes da sua recepção.

AERONAVES STEALTH

Por exemplo, dando uma olhada superficial no passado dos programas de aviões Stealth do DoD, foram mantidos dados sigilosos a partir dos olhos do público - apesar de, eventualmente, veio à luz outrora – mesmo assim, é diferente dos padrões de Triângulos Voadores.

Antes do reconhecimento do F-117 e do B-2, só eram avistados raramente e de noite, nas seções de baixa densidade populacional de Nevada, Califórnia e em alguns outros estados. Voando a baixa altitude sobre áreas povoadas raramente foram feitos relatados para o F-117 ou B-2.

Em contrapartida, a implantação de Triângulos Voadores, especialmente durante a década de 1990, parece mais consistente com a operação pública e aberta desses aviões, Explica o estudo. A tendência de abrir implantação dos triângulos de vôo não é consistente com a operação secreta de uma aeronave avançada do DoD.

NENHUMA TENTATIVA DE ESCONDER

Os bancos de dados orientados aos estudos dos Triângulos Voadores mostram os seguintes padrões:

- São vistos sobrevoando lugares perto de cidades e rodovias interestaduais;

- Eles são vistos a baixa altitude segundo contam as testemunhas;

- Eles voam a uma velocidade extremamente baixa chegando a pairar nas planícies;

- São vistas facilmente perceptíveis luzes brilhantes - quer luzes fortes brancas, ou luzes intensamente fortes e brilhantes tipo luzes de flash que geralmente são combinados com vermelho, verde ou azuis.

O estudo do NIDS enfatiza que o vôo desses veículos pode ser mais em harmonia com uma tentativa de mostrar ou de ser notado. Parece haver pouca ou nenhuma tentativa de se esconder.

Embora seja muito cedo para julgar a correlação publicada anteriormente pelo NIDS entre os avistamentos dos Triângulos e um subconjunto de Bases da Força Aérea Americana, a aparente associação com centros de população pode por a perder um programa secreto. Pelo contrário, ela é coerente com a implantação de rotina “descoberta” de uma aeronave avançada, conclui o estudo feito pelo NIDS.

Segundo testemunhas, alguns triângulos são enormes, chegando a ter 250m de comprimento por 200m de largura, aproximadamente.

Outros afirmam avistamentos de triângulos com o dobro desse tamanho. Ainda outros afirmam terem visto esses triângulos aparecerem da mesma forma de uma nave do filme StarTrek, de repente, do nada, como estivesse saindo de um processo de dobra espacial.

O Yellow Book mostra detalhes dos projetos dessas naves triangulares, sendo que o sistema propulsor foi desenvolvido por EBES e a forma triangular concebida pelos projetistas humanos.

Destes 13, 1 estava no Arizona, 11 foram no Novo México, e 1 em Nevada. Três ocorreram em países estrangeiros. Daqueles, 1 foi na Noruega, e os últimos 2 foram no México. Avistamentos de óvnis eram tão numerosos que a investigação séria e desmascaramento utilizando os meios de comunicações existentes, de cada relatório, tornaram-se impossíveis.

Uma nave alienígena foi encontrada em 13 de fevereiro de 1948 em uma planicie perto de Aztec Novo México. Outro foi localizado em 25 de março de 1948, em Hart Canyon perto de Aztec Novo México. Tinha 100 metros de diâmetro.

 Hart Canyon

Um total de 17 corpos alienígenas foram recuperados das duas embarcações. De significado ainda maior foi a descoberta de um grande número de partes do corpo humano armazenados dentro de ambos os veículos. Desespero e paranóia rapidamente tomou conta de todos, logo em seguida de ver esses pedaços de corpos humanos. Esse foi um dos segredos mais bem guardados do mundo!

PROJETOS SECRETOS TENTAM ESCONDER O YELLOW BOOK

Um grupo especial de cientistas “de elite” da América foram organizadas sob o nome do Projeto Sign, que mais tarde evoluiu para o Projeto Grudge (Os quais falaremos detalhadamente em outro post), em dezembro de 1947 para estudar o fenômeno.

Uma coleção de baixo nível de desinformação intitulado Projeto Blue Book foi formada sob o Projeto Grudge. 16 volumes saíram do Grudge incluindo o controverso Grudge 13. Equipes foram especialmente treinadas para capturar e matar (caso necessário), extraterrestres que viessem a cair em nosso planeta, seja vivo ou morto. Durante estes primeiros anos, a Força Aérea dos Estados Unidos e da Agência Central de Inteligência exerciam o controle completo sobre o Segredo Alien. Na verdade, a CIA foi formada por ordem executiva presidencial como a primeira Central do Grupo de Inteligência com o propósito expresso de lidar com a presença alienígena.

Posteriormente, o Ato de Segurança Nacional foi aprovado para instituí-la como a Agência Central de Inteligência. O Conselho Nacional de Segurança foi criado para supervisionar a comunidade de inteligência e, especialmente, extraterrestres.

Uma série de membros do Conselho de Segurança Nacional por ordens executivas foram removido da CIA missões de espionagem estrangeira e, lentamente, mas completamente "legalizada" ação direta sob a forma de atividades secretas em casa e no exterior.

Em 9 de dezembro de 1947 Truman aprovou a emissão do NSC-4, intitulado "Coordenação das medidas de Inteligência Externa da Informação" na solicitação dos Secretários Marshall, Forrestal, Patterson, e o diretor do Departamento de Estado, Política e de Planejamento Pessoal, Kennan.

A Política Externa e de Inteligência Militar, livro 1, "Relatório Final da Comissão Especial de Estudo de Operações Governamentais em Matéria de Atividades de Inteligência" e o Senado dos Estados Unidos, 94 Congressistas, 2ª Sessão, Impresso No. 94-755, de 26 de Abril de 1976, pg. 49 afirma: "Esta diretiva dos poderes do Secretário de Estado para coordenar as atividades de informação no ultramar destinadas a combater o comunismo. Anexo A top secret a NSC-4, NSC-4A, instruiu o diretor da Central de Inteligência para realizar atividades secretas psicológicas para a persecução dos objetivos previstos no NSC-4. A autoridade inicial dada à CIA para operações secretas no NSC-4A não estabeleceu procedimentos formais para coordenar ou aprovar qualquer destas operações. Ele simplesmente dirigiu o DCI para empreender ações encobertas e para assegurar, através da articulação com Estado e da Defesa, que as operações resultantes foram coerentes com a política americana".

Mais tarde NSC-10 / 1 e NSC-10 / 2 foram  criados para substituir NSC-4 e NSC4A e expandir as capacidades secretas ainda mais. O Escritório de Coordenação Política (OPC) foi fretado para levar a cabo um programa alargado de atividades secretas. NSC-10 / 1 e NSC-10 / 2 validados como ilegal e extra-práticas a procedimentos jurídicos como sendo aceitável para a liderança da segurança nacional.

NSC-10 / 2 instituiu um painel de estudo, que se reuniu secretamente e era composto das mentes científicas mais brilhantes da época. Esse não era ainda o MJ-12. Outro memorando NSC, NSC-10 / 5 tinha mais delineadas as funções do painel de estudo, NSC. Esses memorandos e ordens secretas Executivo definiram o cenário para a criação do MJ-12 apenas 4 anos mais tarde.

O Secretário de Defesa James Forrestal começou a opor-se ao sigilo. Ele era um homem muito idealista e religioso, que acreditava que o público devia saber da vardade. Quando ele começou a conversar com os líderes do partido da oposição e os líderes do Congresso sobre o problema alien, ele foi convidado a demitir-se por Truman. Ele expressou seus temores para muitas pessoas e legitimamente acreditava que estava sendo vigiado.

Isto foi interpretado por aqueles que eram ignorantes dos fatos como paranóia. Isso foi de Forrestal depois de ter sofrido um colapso mental e foi admitido ao Hospital Naval de Bethesda. Na verdade, temia-se que Forrestal começasse a falar novamente e ele teve que ser isolado e desacreditado.

Algures no início da manhã de 22 de maio de 1949 agentes da CIA amarrando um lençol em volta do pescoço, presa a outra extremidade a um dispositivo elétrico em seu quarto jogando James Forrestal para fora da janela. A folha rasgou e ele caiu para sua morte. Ele se tornou uma das primeiras vítimas do acobertamento.

O FAMOSO “EBE”

O alienígena que sobreviveu ao acidente de Roswell 1949 foi batizado pelo nome de EBE (Extraterrestrial Biological Entity). O nome foi sugerido pelo Dr. Vannevar Bush.

Dr. Vannevar Bush

EBE tinha uma tendência para mentir e durante mais de um ano deu apenas as resposta desejada pelos agentes de interrogatório. Estas questões, que teria resultado em uma resposta indesejável não foram respondidas. Em algum momento durante o segundo ano de cativeiro, começou a “se abrir” e as informações resultantes do EBE foram surpreendentes, para dizer o mínimo. Esta compilação de suas revelações tornou-se a fundação do que viria a ser chamado de "Yellow Book".

Nota 1: Este foi o "O Volume do Yellow Book feito por humanos”, como mencionamos lá no inicio do post.

Nota 2: Muitas fotografias foram feias desse alienígena durante seu cativeiro, mas até hoje, nenhuma foi divulgada ou vazada.

No final de 1951 EBE ficou doente. O pessoal médico tinha sido incapaz de determinar a causa da doença do EBE e não tinha antecedentes para se basearem num possível tratamento. O Sistema de EBE era baseado em clorofila e ele transformava os alimentos em energia do mesmo jeito que as plantas. Os resíduos eram excretados iguais às plantas. Foi decidido que um especialista em botânica fosse chamado para cuidar de EBE. Um botânico, o Dr. Guillermo Mendoza, foi trazido para tentar ajudá-lo a se recuperar. Dr. Mendoza trabalhou para salvar EBE até meados de 1952, quando EBE finalmente morreu. Dr. Mendoza tornou-se especialista em biologia alienígena.

Em uma tentativa fútil de salvar EBE e ganhar favor com essa raça alienígena superior tecnologicamente os Estados Unidos começou a emitir um pedido de ajuda no início de 1952 em vastas regiões do espaço. O convite ficou sem resposta, mas o projeto continuou como um esforço de boa fé.

Finalizando, um adendo importante, mencionado pelo nosso herói M.W.Cooper, sobre uma informação importante contido no livro Yellow Book, é sobre o relatório de uma visita feita a uma base americana de um representante alienígena, um embaichador, chamado KRLL ou KRLLL ou CRLL ou CRLLL pronunciado Crill ou Krill, muito arrogante por sinal.

O embaixador KRLL veio para sustentar uma promessa de que os alienígenas cumprissem a sua parte num acordo mutuo de auxilio em estudos entre humanos e extraterrestres atingido durante essa reunião. KRLL nos deu a fundação do livro amarelo, o Yellow Book que foi completado pelos “convidados” (mencionado lá no comecinho do post) em uma data posterior.

 Suposta gravura do embaixador Krll

KRLL ficou doente e foi cuidado pelo Dr. G. Mendoza, que se tornou especialista em biologia e medicina alienígena. KRLL morreu mais tarde. Sua informação foi disseminada sob o pseudônimo OH CRIL ou Crill.

Tema ainda em aberto para opniões e comentários AQUI


sábado, 6 de março de 2010

PROJETO BLUE BOOK - PURA DESINFORMAÇÃO

Estudo americano rejeitou a hipótese extraterrestre. Mas os ufólogos não se dão por vencidos.

Um dos mais célebres estudos de ufologia realizados por uma fonte oficial foi o Projeto Blue Book, conduzido pela Força Aérea americana entre 1952 e 1969. Por quase duas décadas, a equipe dessa força-tarefa investigou milhares de casos com o objetivo de verificar se os óvnis representavam uma ameaça à segurança nacional norte-americana. Naquela época, os Estados Unidos viviam uma verdadeira onda de avistamentos e o governo se viu forçado a estudar os casos de forma mais sistemática. O Blue Book (termo em inglês usado para se referir a uma publicação oficial) foi uma continuação de dois estudos anteriores da Aeronáutica, os projetos Sign e Grudge, que haviam fracassado na tarefa de dar uma resposta à população sobre os misteriosos objetos que riscavam o céu do país.

Sob a direção do capitão Edward Ruppelt, o Blue Book desenvolveu um método rápido e conciso de avaliação dos casos. As testemunhas dos supostos óvnis respondiam a um questionário com oito páginas e enviavam fotografias e negativos dos avistamentos. Os investigadores analisavam o material e faziam entrevistas de campo. Consultavam dados astronômicos, monitoravam os vôos da Aeronáutica e verificavam os registros meteorológicos.

Capitão Edward Ruppelt
 
Resultado: Dos mais de 12 mil relatos analisados pelo Blue Book, 90% foram identificados como aeronaves, pássaros, balões, planetas, meteoros, auroras, nuvens e outros fenômenos atmosféricos ou como produtos da imaginação ou fraudes. Os outros 10% foram classificados como não-identificados, incluindo casos em que as informações eram insuficientes para se chegar a uma conclusão.
 
Josef Allen Hynek
 
O projeto causou polêmica desde o início. Pelo menos três comissões de cientistas foram criadas ao longo dos anos 50 e 60 para analisar os registros do Blue Book. A primeira comissão, em 1952, foi patrocinada por ninguém menos que a CIA, o serviço secreto americano, e chefiada pelo renomado físico H. P. Robertson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Ela incluía engenheiros, meteorologistas, físicos e um astrônomo. A conclusão da comissão foi que na maioria dos casos havia uma explicação científica para os supostos óvnis, que na verdade seriam fenômenos naturais ou artefatos humanos. A segunda comissão chegou a um resultado parecido. Alguns cientistas, no entanto, em especial o meteorologista James McDonald e o astrofísico Josef Allen Hynek, discordaram da conclusão, defendendo que havia fortes indícios da visita de ETs ao nosso planeta. "Para mim, os óvnis são completamente reais e, se não sabemos o que são, é porque nos limitamos a rir deles. A possibilidade de que sejam artefatos extraterrestres e de que estejamos sendo observados por alguma tecnologia avançada é algo que vejo com extrema seriedade", disse McDonald.
H. P. Robertson
 
A chamada "hipótese extraterrestre", levantada por esse grupo de cientistas, foi amplamente divulgada pelos meios de comunicação em meados dos anos 60. O tema gerou discussões acaloradas e levou a Força Aérea americana a patrocinar um outro estudo, desta vez na Universidade do Colorado, sob a direção do físico Edward Condon, declaradamente cético em relação à possibilidade da vida fora da Terra. Divulgado no início de 1969, o Relatório Condon rejeitou firmemente a "hipótese extraterrestre" e declarou encerrado o assunto. Baseado nesse relatório, a Aeronáutica anunciou, em dezembro de 1969, a desativação do Projeto Blue Book. Dizia que não se justificava sua manutenção "nem em termos de segurança nacional, nem no interesse da ciência". No dia seguinte, os principais jornais americanos estampavam: "Discos voadores não existem".

Edward Condon
 
CAMPANHA DE DESINFORMAÇÃO
Como era de se esperar, o desfecho do Blue Book provocou críticas raivosas de ufólogos, para quem o projeto fora apenas mais um capítulo da política do governo de acobertamento dos fenômenos extraterrestres. Segundo esses ufólogos, as investigações teriam sido superficiais e utilizados métodos pouco científicos com o objetivo único de negar a hipótese de vida em outros planetas. Os membros do projeto teriam sido pressionados a identificar os óvnis como fenômenos terrestres para evitar uma histeria coletiva no país. Os casos realmente sérios e inexplicáveis, que poderiam causar preocupação, teriam sido excluídos dos arquivos do Blue Book. Na realidade, o projeto teria sido um programa de desinformação criado para esconder da população a verdadeira investigação feita pelo governo sobre a presença de alienígenas na Terra.

Uma das pessoas que defendiam um estudo mais sério sobre os óvnis era o astrofísico Josef Allen Hynek, que fora consultor da Força Aérea americana no Projeto Blue Book. No começo, Hynek era cético em relação aos óvnis, mas, depois de analisar centenas de casos, chegou à conclusão de que eles deveriam ser estudados com mais seriedade. Muitos acreditavam que, com o fim do Projeto Blue Book, o interesse em torno do assunto iria acabar. No entanto, relatos de avistamentos continuaram nas décadas seguintes, com contornos cada vez mais espetaculares. Tornaram-se freqüentes também testemunhos de supostos seqüestros em naves espaciais - para o desespero de cientistas como Hynek, que achava que esse tipo de história muitas vezes sensacionalista poderia abalar a credibilidade dos mais convictos ufólogos. O assunto, no entanto, continua despertando polêmica até hoje. Entre os milhares de casos que estão no arquivo do Projeto Blue Book, inúmeros foram relatados como fraudes após a análise dos investigadores. Vejam a seguir algumas dessas histórias, extraídas do livro O Fenômeno Óvni (coleção Mistérios do Desconhecido, da Abril Livros).
 
O CASO - A MAQUETE
O relato - O mecânico Paul Villa, morador de Albuquerque (Novo México), afirmou que fora convocado telepaticamente a comparecer num determinado local no dia 16 de junho de 1963. Na ocasião, ele teria conversado com os alienígenas e fotografado sua nave.

A conclusão - O exame das fotografias demonstrou que o objeto era uma maquete de espaçonave com meio metro de diâmetro, pendurada diante de uma câmera. Villa acreditava mesmo ter entrado em contato com ETs e forjara provas para dar credibilidade a sua história.

O CASO - LUZES NA JANELA
O relato - O fotógrafo da guarda costeira Shell Alpert afirmou ter visto quatro luzes brilhantes através da janela de seu escritório em Salem, Massachusetts. Segundo Alpert, quando ele estava prestes a fotografá-las, elas haviam perdido a intensidade. O fotógrafo foi em busca de um colega e, ao voltar, as luzes brilhavam novamente. Alpert tirou a foto e as luzes desapareceram. O fato teria ocorrido em 16 de julho de 1952.

A Conclusão - Para os analistas, a foto parecia forjada por meio de dupla exposição. Onze anos depois, o caso foi novamente examinado. O novo veredicto apontou que a câmera havia captado reflexo das luzes da sala no vidro da janela.

O CASO - TROTE DE ADOLESCENTE
O relato - Dois irmãos adolescentes, Dan e Grant Jaroslaw, disseram ter visto um objeto em forma de disco e de cor cinza voando à baixa altitude e se movimentando rapidamente no céu, em Michigan. Uma foto foi tirada do objeto, cuja aparição teria ocorrido em 9 de janeiro de 1967.  

A conclusão - O exame da foto não permitiu que se identificasse o objeto. Os investigadores arquivaram o caso, assinalando: "Dados insuficientes para avaliação". Anos depois, os irmãos Jaroslaw admitiram o trote: tinham fotografado um modelo de espaçonave perto de casa.

O CASO - NEGATIVO RETOCADO
 
O relato - Uma foto mostrando três óvnis foi enviada ao Projeto Blue Book acompanhada de uma carta afirmando que os objetos eram redondos e tinham cerca de 15 metros de diâmetro. Ela teria sido tirada em 26 de setembro de 1960, na Itália.  

A conclusão - Ao analisar a foto, os investigadores observaram que os hipotéticos óvnis eram muito mais escuros que todos os outros elementos da imagem e que estavam fora de foco. O negativo poderia ter sido retocado. O veredicto: provável fraude.

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ALFREDO MOACYR DE MENDONÇA UCHOA

O general Alfredo Moacyr de Mendonça Uchoa foi um dos pioneiros da ufologia no Brasil, foi renomado estudioso desta e da parapsicologia, além de ter sido um contatado. Engenheiro geógrafo e civil formado pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro, oficial de engenharia do Exército e professor de cálculo vetorial e mecânica racional da antiga Escola Militar de Realengo. Foi também professor catedrático de mecânica racional na Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende, Rio de Janeiro. Cursou também a Escola Superior de Guerra.

Na área da ufologia, deixou as seguintes obras:
- Além da parapsicologia – 5.ª e 6.ª dimensões da realidade (Editora Horizonte, 1968);
- A parapsicologia e os discos voadores
– O caso Alexânia (Editora Grupo de Expansão Cultural, 1973);
- Cristo para a humanidade de hoje (Editora Horizonte, 1980);
- Mergulho no hiperespaço
– Dimensões esotéricas na pesquisa dos discos voadores (Editora Horizonte, 1981);
- Muito além do espaço e do tempo (Editora Thesaurus, 1983);
- Uma busca da verdade – Autobiografia (Edição do autor, 1995).

Nascido em Murici, Alagoas,no dia 21 de abril de 1906, é General do exército reformado, ex-diretor de ensino da Academia Militar das Agulhas Negras; profundo estudioso das filosofias esotéricas, ALFREDO MOACYR DE MENDONÇA UCHOA é reputado em Brasília e em todo o país como um dos brasileiros que mais a sério leva os fenômenos inexplicáveis por caminhos normais, tornando-se a maior autoridade do Planalto em Ufologia.

Academia Militar das Agulhas Negras

Para ele, as autoridades governamentais brasileiras estão cometendo um grave erro ao desprezar, sistematicamente, as possibilidades do Brasil, a exemplo de diversos outros países, estar sendo periódica e sistematicamente sondado e visitado por seres extraterrenos. O Ministério da Aeronáutica – afirma o general Uchoa – quando nega as aparições de OVINs ou UFOs, procura dar um tom de mistério, deixando entrever que está examinando e pesquisando o assunto. Na verdade não faz nada disso; não têm meios nem recursos tecnológicos; e não existe nenhuma preocupação em organizar um departamento específico para tratar da matéria. Com essa atitude, nossas autoridades abrem caminho para que se crie uma aura de mistério e de mistificação quando na verdade o caminho a ser seguido é outro. O momento atual da humanidade, os avanços da ciência e da tecnologia, não só permitem como nos obrigam a preocupações que, até agora, os mecanismos legais não conseguem provar e teimam em não aceitar.


O general “ufologista” afirma que a atitude do comandante da VASP, que denunciou de público ter sido acompanhado por um OVINI, é digna do maior respeito e deve ser levada a sério não só pela comunidade científica do país, mas de todos os segmentos privados e governamentais responsáveis que se interessam por assuntos maiores, na busca de explicações honestas.

A posição do comandante que denunciou o fato foi tão bem assumida, tão importante, que mexeu com os brios da comunidade brasileira como um todo, inclusive do poder. Ao que estou sabendo, existem pressões muito fortes para que ele modifique sua versão, e isso é inadmissível, porque coloca até dúvidas sobre o equilíbrio, sua idoneidade, quando, na realidade, o que deveria ser feito era investigar suas denúncias, aliando-se a muitas outras idéias semelhantes. A postura oficial, neste caso, se assemelha a da avestruz, que esconde a cabeça na areia para tentar fugir à realidade, quando, na verdade, essa verdade não pode ser ignorada. Enfático, o militar reformado – e que criou e dirige em Brasília, o Centro Nacional de Estudos Ufológicos – diz que no seu caso, não se trata de acreditar ou não na possibilidade de existência de vida inteligente fora da Terra.  

“Eu vou mais longe. Já constatei; já vi; já conversei com seres extraterrenos”. Tenho inclusive livros escritos sobre o episódio”, diz. E continua, “num dia em 1970, num sítio localizado em Alexania, interior de Goiás, perto de Brasília, um disco baixou, conversei demoradamente por telepatia com seus tripulantes. Eram pessoas de aparência normal, que viajaram em poucos minutos, 800 mil anos luz na sua expedição à Terra. E eles voltarão”. Destaca ainda o militar – autor de quatro livros sobre a vida no universo e ensaios místico-religiosos – que não foi esta a única vez a manter contato com seres de outros planetas, ou “invasores”. Segundo ele, os tipos físicos são variados, não existe um denominador comum como também são múltiplas as suas origens e graus de inteligência. “Do sistema solar”, diz o general que, em princípio, além da Terra apenas Júpiter e Vênus parecem dispor das condições essenciais para a manifestação da vida de inteligência superior. “Mas fora do sistema solar existe um universo inteiro e imenso, palpitante de vida inteligente. Nós não podemos mais continuar essa atitude até mesmo hipócrita e egoísta, de que somos privilegiados. Pelo contrário. Entre as espécies inteligentes no universo, o homem ocupa degraus inferiores. Agora é que o homem está despertando para a vida espiritual e, a partir daí, explicações muito importantes serão encontradas, inclusive a respeito da nossa origem humana, científica e religiosamente não explicada com as leis atuais disponíveis, a ciência não consegue explicar nada. Mas também não consegue provar serem classificadas apenas como fantasmas. São reais demais para que não acreditemos nelas”.


Na Serra do Roncador, altura no município goiano de Alexania, o General Uchoa tem um sítio já há algum tempo demarcado, apto a receber naves e pessoas extraterrenas, que ele garante que virão. Não se trata de um campo de pouso; não tem pista. Também isto não é necessário, pois as naves siderais não necessitam disso para operarem.

Sua explicação para o alto gabarito da ciência fora do espaço da Terra é a de que não se pode conceber superioridade alguma da mente humana, haja visto os problemas com os quais a espécie vem se defrontando há muito tempo e não encontrou saídas ainda. A inteligência bem mais desenvolvida do que a nossa, manifestada pelos seres extraterrenos que tem vindo até nós, pode ser explicada por um fato apenas: “O seu domínio completo sobre a lei da inércia, que permite o deslocamento físico do corpo a distâncias que ultrapassam os limites da nossa imaginação, e a velocidades fantásticas com as quais o homem nem sequem sonhou. A convicção que temos é a de que os homens de outros planetas, de outras galáxias, penetram em tudo com profundidade, desde a física, a biologia, a psicologia e a religião, podendo mais tarde, quando forem estabelecidos canais diretos de comunicação, influenciar para a elevação do homem, ressaltando ainda mais a capacidade humana da criação. Estamos ainda no começo, no limiar da nossa evolução espiritual”.

A VIDA DO GENERAL UCHOA VIROU FILME CURTA METRAGEM
“O general Uchoa e os discos voadores”

Direção: Patrícia Saldanha*
Documentário, cor, digital, 19min39, DF, 2009

SINOPSE:
No início dos anos 70, em Brasília, Alfredo Moacir de Mendonça Uchôa, general e estudioso de fenômenos paranormais, liderava um grupo de pesquisadores na tentativa de comprovar a presença de objetos voadores não identificados em nosso planeta. Durante cinco anos realizou pesquisas na fazenda Vale Rio do Ouro, no município de Alexânia (GO), distante 95 km de Brasília. A experiência levou o general a escrever livros, proferir palestras e a tornar-se um dos mais renomados representantes da ufologia nacional.

Elenco: Paulo Roberto Uchôa, Fabrício Pedroza, Nazaré Pedroza, Wilson Geraldo Oliveira, Jerônima Beck, Gilná Moyses, Roberto Beck e General Uchôa.
Produção executiva: Gilná Moyses  
Roteiro: Anelise Martins, Gilná Moyses e Patrícia Saldanha  
Fotografia: Jorge Daniel Moyses Jr. e Patricia Saldanha  
Montagem e som: Jorge Daniel Moyses Jr.  
Direção de arte: Patrícia Saldanha  
Trilha sonora: Paulo Roberto Uchôa  
Música original: Mantra "El Morya"  
Produtora: Patrícia Saldanha*
 
(*) Patrícia Antoniazzi Saldanha nasceu em Porto Alegre, RS, em 1961. Formada em Jornalismo pela PUC/RS em 1983, já trabalhou como repórter e redatora em jornais, revistas, agências de notícias e rádios. Amante da sétima arte desde muito cedo, somente aos 40 anos decide abraçar o sonho de ser uma realizadora. Sua formação na área foi construída em vários cursos e oficinas de realização audiovisual, com destaque para a especialização em cinema na Universidade Tuiuti de Curitiba (PR), em 2003/2004 e no curso de aperfeiçoamento em cinema documentário na Escola Internacional de Cinema e TV (eictv) de Cuba, fevereiro de 2008. Primeiro filme da diretora.
 
Obs.: O conselheiro especial da Equipe UFO, ROBERTO BECK, atua nesse curta metragem sobre general Uchoa.
Clique aqui e saiba mais

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Wallpaper de Nosso Blog...

Pra quem interessar baixar esse papel de parede e ficar com a nossa comunidade e nosso blog mais perto de você, taí:

 

Clique na imagem e, quando aparecer a imagem em tamanho real, salve e aplique como plano de fundo da área de trabalho! 

Arte: Frank Sinnatra

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Starchild: O menino das estrelas

O misterioso crânio conhecido como o "Starchild Skull" (em português: crânio do menino das estrelas), tem sido objeto de especulação e de intriga durante várias décadas. Trata-se do crânio de um menino que por suas características particulares poderia ter vindo de outro mundo.

História do crânio de Starchild
 
Há 65 anos, em uma gruta de um povoado rural localizado a 150 km ao sul do estado mexicano de Chihuahua, uma adolescente encontrou dois esqueletos completos, um muito estranho e de pequena estatura e outro de tamanho e aspecto normal. A jovem guardou estes crânios durante toda sua vida e, depois de sua morte, foram entregues a um casal norte-americano, para finalmente, passar as mãos dos pesquisadores norte-americanos Lloyd Pye e Mark Bean, que com a colaboração de empresas especializadas em genética e com o apoio do geneticista Dr. Kem Paid junto a vários outros especialistas chegaram a conclusão de que existe uma probabilidade próxima a 90% de que o estranho crânio é de um ser híbrido de mãe Humana e de pai de uma raça não conhecida.

O projeto Starchild
 
O fenômeno despertou semelhante interesse científico e atualmente o projeto "Starchild Project", conta com famosos pesquisadores de todo mundo, com o único objetivo de dar resposta a este incrível mistério.
O diretor da equipe de pesquisadores, Lloyd Pye, afirma que, a existência de seres extraterrestres em nosso planeta poderia ficar demonstrada graças a esta extraordinária descoberta. Os cientistas explicam que a análise dos crânios permite chegar as seguintes conclusões: um é totalmente normal e pertenceu a uma mulher jovem, entre 20 e 30 anos; o outro (o crânio StarChild) é de uma criança de aproximadamente cinco anos e mostra uma série de alterações que não parecem próprias de um ser humano. Sua morfologia é muito estranha, com as laterais dos olhos avolumadas e com a parte posterior alongada e esmagada. Ademais, as concavidades oculares são muito superficiais, pelo que se supõe que a criatura carecia de mobilidade nos olhos. Por outra parte, o denominado foramen magnum, o buraco que se encontra na base do crânio e que o une à coluna vertical, se encontra adiantado, quase no centro da base. Os testes do carbono 14 e DNA, realizadas pelo Dr. David Sweet da University of British Columbia de Vancouver (Canadá), deram como resultado uma antiguidade de 900 anos. Por sua vez a equipe que analisou os crânios descartou a possibilidade de que todas essas "peculiaridades" sejam apenas más formações congênitas, o que permite a vasta gama de suposições de que estamos diante de uma espécie alienígena. Esta possibilidade ganha muita força já que nas análises das amostras de DNA realizadas no crânio não foram encontradas até o momento em nenhuma espécie vivente conhecida que coincida com o DNA do suposto Pai.



A lenda do menino das estrelas
 
Quanto à origem híbrida desta criança, os indígenas que habitam a região ondeos crânios foram encontrados contam uma antiga lenda sobre as crianças das estrelas. Segundo estes relatos, que remontam no mínimo a dois séculos atrás, seres procedentes das estrelas deixavam grávidas várias mulheres que viviam nas aldeias mais isoladas da região. Após dar a luz a estas crianças das estrelas, criavam-nas durante vários anos, até que seus pais regressavam do céu para levá-las. É possível que os restos encontrados correspondessem a uma mãe que tentou evitar que lhe arrebatassem o filho híbrido?

A profecia
 
Benjamin Solari Parravicini, um famoso paranormal Argentino profetizou em 1938, através de uma de suas psicografias (ver imagem abaixo), que "A teoria de Darwin está equivocada. O homem veio das estrelas".



Outra evidência de que os extraterrestres somos nós?

Acesse esse assunto em debate aqui

sábado, 20 de fevereiro de 2010

Irene Mazloum Granchi



Em determinados instantes nos deparamos com uma inquietante questão: a ordem já se fazia notar nos ambientes mais caóticos e essencias de nossa trajetória enquanto seres pensantes ??? A resposta absoluta ainda não nos foi trazida, um sem número de especialistas, das mais diversas áreas do conhecimento, ainda estão a trabalhar. No entanto quando miramos alguns pontos em especial, concluímos que em verdade, estamos focando indícios de uma resposta positiva. Um desses pontos, atrevo-me a destacar, é a gestação da vida inteligente, da criatura pensante ser dádiva & prerrogativa, única, responsável e exclusivamente, da dimensão feminina do Homo Sapiens.

Portanto, o ato pensante que se ocupa dos ''mistérios do céu e da terra'', jamais poderia ser exceção a esta regra elementar (aliás a regra por excelência), os esforços da Ufologia Nacional Brasileira têm sua gênese, sua origem, sua Matriarca: a Eminente Sra; Dna. Irene Mazloum Granchi Bem poderia, neste instante pinçar um fragmento da sinope do volume ''UFOs e Abduções no Brasil'': ''A Ufologia deve muito a alguns poucos pioneiros que, contra tudo e contra todos, começaram suas investigações logo quando teve início a Era Moderna dos Discos Voadores, em 1947. Em nosso país, um nome desponta como líder absoluto nesta galeria de pioneiros: Irene Granchi, que desenvolveu durante quase 50 anos centenas investigações ufológicas precisas e perfeitas, deixando um legado vivo até hoje. Consagrada mundialmente, seus trabalhos são caracterizados por alto nível de detalhismo e foram publicados nas mais renomadas revistas internacionais. (...)'' - Revista UFO

No entanto, opto pelas seguintes linhas, fixadas na edição 146 da Revista UFO (Outubro/2008) e de autoria de Cláudio Tsuyoshi Suenaga: "Irene Granchi - A grande pioneira da pesquisa ufológica no Brasil". Irene Granchi nasceu na Alemanha, em 26 de novembro de 1913, mas teve formação inglesa. Também estudou e morou em Milão e, logo depois de se casar com o italiano Marco Granchi, veio para o Brasil. Naturalizada brasileira “desde os tempos de Getúlio Vargas”, como diz, teve sua vida de pacata dona-de-casa completamente mudada numa tarde de julho de 1947, quando viu, pela primeira vez, um disco voador metálico em formato de tampa de panela pairando sobre o sítio em que morava no município de Vassouras, interior do Rio de Janeiro. Desde então, se deu conta de que não teria paz enquanto não soubesse tudo a respeito do que acabara de presenciar. O início da carreira desta que é a primeira ufóloga brasileira e respeitadíssima na área em todo o mundo é o retrato da garra, da força de vontade e do esforço, sem se importar com os riscos que recebeu e o cansaço que a acometia em suas investigações ufológicas. Carregando um gravador de 15 kg numa mão e dezenas de outros apetrechos na outra, subia e descia morros do Rio de Janeiro atrás de UFOs e suas testemunhas. O resultado de tanta atividade garantiu a Irene o incontestável mérito de ser a grande pioneira da Ufologia Brasileira. Poliglota, a nossa “representante de saias” foi aos poucos conquistando prestígio internacional. Desde os primórdios da Era Moderna dos Discos Voadores, conviveu com ufólogos como Joseph Allen Hynek, Jim e Coral Lorenzen, Gordon Creighton, Olavo Fontes e tantos outros com os quais manteve íntimo relacionamento e troca de informações, o que proporcionou boa soma de conhecimentos passados à Comunidade Ufológica Brasileira. 
 
Na noite de 17 de agosto de 1968, Irene retornava para sua casa, depois de ter visitado um amigo no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, quando avistou um UFO pela segunda vez. Era por volta das 21h15 e, enquanto esperava o ônibus, o objeto fez um show para ela. Toda sua família, incluindo o marido, foram testemunhas de avistamentos ufológicos ao longo de suas vidas. Para Irene, há uma “propensão inata” para que uma determinada família seja visada pelos UFOs, no que concorda sua filha, a artista plástica carioca Chica Granchi. Ambas são integrantes da Revista UFO desde sua criação. Irene é presidente de honra do Conselho Editorial da publicação e Chica é consultora. Em 1978, em parceria com a Hunos Editorial, Irene lançou a revista OVNI Documento, o primeiro veículo brasileiro inteiramente dedicado à Ufologia, antecessora direta da UFO. A publicação, no entanto, durou apenas dois anos e teve somente oito edições, fechando as portas e enlutando a Ufologia Brasileira. Foi devido a isso que surgiu a Revista UFO, tendo em Irene uma fonte de inspiração direta e constante.


A OVNI Documento tinha um corpo de colaboradores de peso, que incluía nomes como o citado Hynek, Silvio Lago, Flávio Pereira, Fernando Cleto Nunes Pereira Mário Martins Ribeiro, Bob Pratt, Bill Chalker, Décio Estrela Maia, Húlvio Brant Aleixo e o general Alfredo Moacyr Uchôa. Entretanto, a união de esforços em prol da excelência não foi suficiente para driblar a falta de patrocínio, de recursos e as sucessivas crises econômicas, obrigando Irene a encerrar precocemente suas atividades. Hoje, as edições da OVNI Documento são avidamente disputadas em sebos e zelosamente preservadas por colecionadores". - Revista UFO  

Na sequência dessas linhas, no site da Revista UFO (linkado acima), há uma consistente e importante entrevista com a Dna. Irene Mazloum Granchi. 

Postado na comuniade por: Maurício
 
Link para esse assunto na comunidade

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Kbely-Pennemünde-Mimoyecques

Os alemães de uma nação derrotada, pobre e humilhada na década de 20, se tornaram uma nação forte, estabilizada e tecnologicamente ativa e produtiva em meados de 30.

Como pode tal salto? São só obras de cabeças geniais? Será investimento pesado nas pesquisas científicas? Ou será plausível uma ajuda externa, de fora do globo terrestre? A Base aérea de Kbely, em Praga-República Tcheca, foi palco de grandes e curiosos experimentos e estudos envolvendo tecnologia terrestre avançada, ou tecnologia alien.

Base aérea de Kbely, em Praga, República Tcheca 
Um exemplo desses estudo, muito provavelmente um protótipo operacional, foi o BMW Flugelrad V-1, que era um disco voador propulsionado por um jato. Foi construido por uma equipe da engenharia da bmw, liderada pelo Dr. Miethe em 1943 e voou entre agosto e setembro do mesmo ano.
BMW Flugelrad V-1 
Outro exemplo, foi dos trabalhos desenvolvidos pelo Dr. Viktor Schauberger, que consistia numa aeronave que se sustentava através de um "vortex-tornado" que tinha propriedades magnéticas que levavam à levitação. Dois foram fabricados, e 1 voou muito bem, o outro bateu no teto do hangar e foi destruido. Depois disso Shauberger foi dispensado e a SS tomaram conta de todos os documentos e guardaram em local secreto. Depois da guerra, o Doutor foi levado para os EUA, e obrigado a assinar um contrato com uma empresa de fachada da Cia, concedendo a essa empresa todos os direitos sobre suas pesquisas. Ele voltou pra Áustria e morreu 5 dias depois.

Dr. Viktor Schauberger 
Você deve estar perguntando-se: "Mas ninguem viu isso?" possivelmente não. Era tempo de guerra, quem cuidava da segurança era a própria SS, e todas as janelas de moradias próximas eram pintadas de preto. Quase com certeza se alguem viu, era pessoal do "Staff" e se não era, eles devem ter dado um fim no "bisbilhoteiro"... A "pequena" base situada no extremo norte, as margens do báltico, foi o lugar escolhido pelo governo alemão para ser desenvolvido mísseis guiados e aeronaves avançadas. Dos mísseis podemos citar o famoso V2 e o Wasserfall, que era um míssil especializado no combate aos bombardeiros pesados aliados, do tipo Terra-Ar (SAM Surface to air missile) primeiro desse tipo no mundo. O mestre por trás de tudo era o gênio, Dr. Werner Von Braun. E ele não estava só, participavam: 1. Technical Design Office (Walter J H "Papa" Riedel) 2. Aeroballistics and Mathematics Laboratory (Dr Hermann Steuding) 3. Wind Tunnel (Rudolph Hermann) 4. Materials Laboratory (Dr Mäder) 5. Flight, Guidance, and Telemetering Devices (German: Bord-, Steuer- und Messgeräte, BSM -- Ernst Steinhoff) 6. Development and Fabrication Laboratory (Arthur Rudolph) 7. Test Laboratory (Klaus Riedel) 8. Future Projects Office (Ludwig Roth) 9. Purchasing Office (Mr Genthe) Funcionava também o Instituto de Aerodinâmica e outras unidades menores de menor importância.

Mais sobre o Flugelrad...
 
Concebido por uma equipe de engenharia da BMW, conduzida pelo Dr. Heinrich Richard Miethe, nas proximidades da cidade de Praga. 
   
O Flugelrad V-1 foi construído em 1943 e fez seu primeiro vôo, em agosto / setembro desse ano, no aeródromo Prag / Kbely (como já mencionado acima). A idéia subjacente a esta estranha aeronave foi a utilização de deflexão dos gases de escape de um BMW 003 turbojato 12 para cima para fazer uma lâmina do disco (com um diâmetro 6 m) girar até 1800 rpm, em seguida, para redirecionar o escape simultaneamente para trás e para a alterar o passo das lâminas, assim era possível decolar, como em um Autogiro.

Assunto em debate aqui.  

Postado na comunidade por: Gabriel