quinta-feira, 11 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
PROJETO BLUE BOOK - PURA DESINFORMAÇÃO
Estudo americano rejeitou a hipótese extraterrestre. Mas os ufólogos não se dão por vencidos.
Resultado: Dos mais de 12 mil relatos analisados pelo Blue Book, 90% foram identificados como aeronaves, pássaros, balões, planetas, meteoros, auroras, nuvens e outros fenômenos atmosféricos ou como produtos da imaginação ou fraudes. Os outros 10% foram classificados como não-identificados, incluindo casos em que as informações eram insuficientes para se chegar a uma conclusão.
O projeto causou polêmica desde o início. Pelo menos três comissões de cientistas foram criadas ao longo dos anos 50 e 60 para analisar os registros do Blue Book. A primeira comissão, em 1952, foi patrocinada por ninguém menos que a CIA, o serviço secreto americano, e chefiada pelo renomado físico H. P. Robertson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia. Ela incluía engenheiros, meteorologistas, físicos e um astrônomo. A conclusão da comissão foi que na maioria dos casos havia uma explicação científica para os supostos óvnis, que na verdade seriam fenômenos naturais ou artefatos humanos. A segunda comissão chegou a um resultado parecido. Alguns cientistas, no entanto, em especial o meteorologista James McDonald e o astrofísico Josef Allen Hynek, discordaram da conclusão, defendendo que havia fortes indícios da visita de ETs ao nosso planeta. "Para mim, os óvnis são completamente reais e, se não sabemos o que são, é porque nos limitamos a rir deles. A possibilidade de que sejam artefatos extraterrestres e de que estejamos sendo observados por alguma tecnologia avançada é algo que vejo com extrema seriedade", disse McDonald.
A chamada "hipótese extraterrestre", levantada por esse grupo de cientistas, foi amplamente divulgada pelos meios de comunicação em meados dos anos 60. O tema gerou discussões acaloradas e levou a Força Aérea americana a patrocinar um outro estudo, desta vez na Universidade do Colorado, sob a direção do físico Edward Condon, declaradamente cético em relação à possibilidade da vida fora da Terra. Divulgado no início de 1969, o Relatório Condon rejeitou firmemente a "hipótese extraterrestre" e declarou encerrado o assunto. Baseado nesse relatório, a Aeronáutica anunciou, em dezembro de 1969, a desativação do Projeto Blue Book. Dizia que não se justificava sua manutenção "nem em termos de segurança nacional, nem no interesse da ciência". No dia seguinte, os principais jornais americanos estampavam: "Discos voadores não existem".
Uma das pessoas que defendiam um estudo mais sério sobre os óvnis era o astrofísico Josef Allen Hynek, que fora consultor da Força Aérea americana no Projeto Blue Book. No começo, Hynek era cético em relação aos óvnis, mas, depois de analisar centenas de casos, chegou à conclusão de que eles deveriam ser estudados com mais seriedade. Muitos acreditavam que, com o fim do Projeto Blue Book, o interesse em torno do assunto iria acabar. No entanto, relatos de avistamentos continuaram nas décadas seguintes, com contornos cada vez mais espetaculares. Tornaram-se freqüentes também testemunhos de supostos seqüestros em naves espaciais - para o desespero de cientistas como Hynek, que achava que esse tipo de história muitas vezes sensacionalista poderia abalar a credibilidade dos mais convictos ufólogos. O assunto, no entanto, continua despertando polêmica até hoje. Entre os milhares de casos que estão no arquivo do Projeto Blue Book, inúmeros foram relatados como fraudes após a análise dos investigadores. Vejam a seguir algumas dessas histórias, extraídas do livro O Fenômeno Óvni (coleção Mistérios do Desconhecido, da Abril Livros).
A conclusão - O exame das fotografias demonstrou que o objeto era uma maquete de espaçonave com meio metro de diâmetro, pendurada diante de uma câmera. Villa acreditava mesmo ter entrado em contato com ETs e forjara provas para dar credibilidade a sua história.
A Conclusão - Para os analistas, a foto parecia forjada por meio de dupla exposição. Onze anos depois, o caso foi novamente examinado. O novo veredicto apontou que a câmera havia captado reflexo das luzes da sala no vidro da janela.
A conclusão - O exame da foto não permitiu que se identificasse o objeto. Os investigadores arquivaram o caso, assinalando: "Dados insuficientes para avaliação". Anos depois, os irmãos Jaroslaw admitiram o trote: tinham fotografado um modelo de espaçonave perto de casa.
A conclusão - Ao analisar a foto, os investigadores observaram que os hipotéticos óvnis eram muito mais escuros que todos os outros elementos da imagem e que estavam fora de foco. O negativo poderia ter sido retocado. O veredicto: provável fraude.
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ALFREDO MOACYR DE MENDONÇA UCHOA
Na área da ufologia, deixou as seguintes obras:
- A parapsicologia e os discos voadores
– O caso Alexânia (Editora Grupo de Expansão Cultural, 1973);
- Cristo para a humanidade de hoje (Editora Horizonte, 1980);
- Mergulho no hiperespaço
– Dimensões esotéricas na pesquisa dos discos voadores (Editora Horizonte, 1981);
- Muito além do espaço e do tempo (Editora Thesaurus, 1983);
- Uma busca da verdade – Autobiografia (Edição do autor, 1995).
Para ele, as autoridades governamentais brasileiras estão cometendo um grave erro ao desprezar, sistematicamente, as possibilidades do Brasil, a exemplo de diversos outros países, estar sendo periódica e sistematicamente sondado e visitado por seres extraterrenos. O Ministério da Aeronáutica – afirma o general Uchoa – quando nega as aparições de OVINs ou UFOs, procura dar um tom de mistério, deixando entrever que está examinando e pesquisando o assunto. Na verdade não faz nada disso; não têm meios nem recursos tecnológicos; e não existe nenhuma preocupação em organizar um departamento específico para tratar da matéria. Com essa atitude, nossas autoridades abrem caminho para que se crie uma aura de mistério e de mistificação quando na verdade o caminho a ser seguido é outro. O momento atual da humanidade, os avanços da ciência e da tecnologia, não só permitem como nos obrigam a preocupações que, até agora, os mecanismos legais não conseguem provar e teimam em não aceitar.
Direção: Patrícia Saldanha*
Documentário, cor, digital, 19min39, DF, 2009
SINOPSE:
Elenco: Paulo Roberto Uchôa, Fabrício Pedroza, Nazaré Pedroza, Wilson Geraldo Oliveira, Jerônima Beck, Gilná Moyses, Roberto Beck e General Uchôa.
Produção executiva: Gilná Moyses
Roteiro: Anelise Martins, Gilná Moyses e Patrícia Saldanha
Fotografia: Jorge Daniel Moyses Jr. e Patricia Saldanha
Montagem e som: Jorge Daniel Moyses Jr.
Direção de arte: Patrícia Saldanha
Trilha sonora: Paulo Roberto Uchôa
Música original: Mantra "El Morya"
Produtora: Patrícia Saldanha*
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domingo, 28 de fevereiro de 2010
Wallpaper de Nosso Blog...
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
Starchild: O menino das estrelas
O misterioso crânio conhecido como o "Starchild Skull" (em português: crânio do menino das estrelas), tem sido objeto de especulação e de intriga durante várias décadas. Trata-se do crânio de um menino que por suas características particulares poderia ter vindo de outro mundo.
O diretor da equipe de pesquisadores, Lloyd Pye, afirma que, a existência de seres extraterrestres em nosso planeta poderia ficar demonstrada graças a esta extraordinária descoberta. Os cientistas explicam que a análise dos crânios permite chegar as seguintes conclusões: um é totalmente normal e pertenceu a uma mulher jovem, entre 20 e 30 anos; o outro (o crânio StarChild) é de uma criança de aproximadamente cinco anos e mostra uma série de alterações que não parecem próprias de um ser humano. Sua morfologia é muito estranha, com as laterais dos olhos avolumadas e com a parte posterior alongada e esmagada. Ademais, as concavidades oculares são muito superficiais, pelo que se supõe que a criatura carecia de mobilidade nos olhos. Por outra parte, o denominado foramen magnum, o buraco que se encontra na base do crânio e que o une à coluna vertical, se encontra adiantado, quase no centro da base. Os testes do carbono 14 e DNA, realizadas pelo Dr. David Sweet da University of British Columbia de Vancouver (Canadá), deram como resultado uma antiguidade de 900 anos.
Por sua vez a equipe que analisou os crânios descartou a possibilidade de que todas essas "peculiaridades" sejam apenas más formações congênitas, o que permite a vasta gama de suposições de que estamos diante de uma espécie alienígena. Esta possibilidade ganha muita força já que nas análises das amostras de DNA realizadas no crânio não foram encontradas até o momento em nenhuma espécie vivente conhecida que coincida com o DNA do suposto Pai.
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sábado, 20 de fevereiro de 2010
Irene Mazloum Granchi
Em determinados instantes nos deparamos com uma inquietante questão: a ordem já se fazia notar nos ambientes mais caóticos e essencias de nossa trajetória enquanto seres pensantes ??? A resposta absoluta ainda não nos foi trazida, um sem número de especialistas, das mais diversas áreas do conhecimento, ainda estão a trabalhar. No entanto quando miramos alguns pontos em especial, concluímos que em verdade, estamos focando indícios de uma resposta positiva. Um desses pontos, atrevo-me a destacar, é a gestação da vida inteligente, da criatura pensante ser dádiva & prerrogativa, única, responsável e exclusivamente, da dimensão feminina do Homo Sapiens.
Portanto, o ato pensante que se ocupa dos ''mistérios do céu e da terra'', jamais poderia ser exceção a esta regra elementar (aliás a regra por excelência), os esforços da Ufologia Nacional Brasileira têm sua gênese, sua origem, sua Matriarca: a Eminente Sra; Dna. Irene Mazloum Granchi Bem poderia, neste instante pinçar um fragmento da sinope do volume ''UFOs e Abduções no Brasil'': ''A Ufologia deve muito a alguns poucos pioneiros que, contra tudo e contra todos, começaram suas investigações logo quando teve início a Era Moderna dos Discos Voadores, em 1947. Em nosso país, um nome desponta como líder absoluto nesta galeria de pioneiros: Irene Granchi, que desenvolveu durante quase 50 anos centenas investigações ufológicas precisas e perfeitas, deixando um legado vivo até hoje. Consagrada mundialmente, seus trabalhos são caracterizados por alto nível de detalhismo e foram publicados nas mais renomadas revistas internacionais. (...)'' - Revista UFO
No entanto, opto pelas seguintes linhas, fixadas na edição 146 da Revista UFO (Outubro/2008) e de autoria de Cláudio Tsuyoshi Suenaga: "Irene Granchi - A grande pioneira da pesquisa ufológica no Brasil". Irene Granchi nasceu na Alemanha, em 26 de novembro de 1913, mas teve formação inglesa. Também estudou e morou em Milão e, logo depois de se casar com o italiano Marco Granchi, veio para o Brasil. Naturalizada brasileira “desde os tempos de Getúlio Vargas”, como diz, teve sua vida de pacata dona-de-casa completamente mudada numa tarde de julho de 1947, quando viu, pela primeira vez, um disco voador metálico em formato de tampa de panela pairando sobre o sítio em que morava no município de Vassouras, interior do Rio de Janeiro. Desde então, se deu conta de que não teria paz enquanto não soubesse tudo a respeito do que acabara de presenciar. O início da carreira desta que é a primeira ufóloga brasileira e respeitadíssima na área em todo o mundo é o retrato da garra, da força de vontade e do esforço, sem se importar com os riscos que recebeu e o cansaço que a acometia em suas investigações ufológicas. Carregando um gravador de 15 kg numa mão e dezenas de outros apetrechos na outra, subia e descia morros do Rio de Janeiro atrás de UFOs e suas testemunhas. O resultado de tanta atividade garantiu a Irene o incontestável mérito de ser a grande pioneira da Ufologia Brasileira. Poliglota, a nossa “representante de saias” foi aos poucos conquistando prestígio internacional. Desde os primórdios da Era Moderna dos Discos Voadores, conviveu com ufólogos como Joseph Allen Hynek, Jim e Coral Lorenzen, Gordon Creighton, Olavo Fontes e tantos outros com os quais manteve íntimo relacionamento e troca de informações, o que proporcionou boa soma de conhecimentos passados à Comunidade Ufológica Brasileira.

Na noite de 17 de agosto de 1968, Irene retornava para sua casa, depois de ter visitado um amigo no bairro do Leblon, no Rio de Janeiro, quando avistou um UFO pela segunda vez. Era por volta das 21h15 e, enquanto esperava o ônibus, o objeto fez um show para ela. Toda sua família, incluindo o marido, foram testemunhas de avistamentos ufológicos ao longo de suas vidas. Para Irene, há uma “propensão inata” para que uma determinada família seja visada pelos UFOs, no que concorda sua filha, a artista plástica carioca Chica Granchi. Ambas são integrantes da Revista UFO desde sua criação. Irene é presidente de honra do Conselho Editorial da publicação e Chica é consultora. Em 1978, em parceria com a Hunos Editorial, Irene lançou a revista OVNI Documento, o primeiro veículo brasileiro inteiramente dedicado à Ufologia, antecessora direta da UFO. A publicação, no entanto, durou apenas dois anos e teve somente oito edições, fechando as portas e enlutando a Ufologia Brasileira. Foi devido a isso que surgiu a Revista UFO, tendo em Irene uma fonte de inspiração direta e constante.

A OVNI Documento tinha um corpo de colaboradores de peso, que incluía nomes como o citado Hynek, Silvio Lago, Flávio Pereira, Fernando Cleto Nunes Pereira Mário Martins Ribeiro, Bob Pratt, Bill Chalker, Décio Estrela Maia, Húlvio Brant Aleixo e o general Alfredo Moacyr Uchôa. Entretanto, a união de esforços em prol da excelência não foi suficiente para driblar a falta de patrocínio, de recursos e as sucessivas crises econômicas, obrigando Irene a encerrar precocemente suas atividades. Hoje, as edições da OVNI Documento são avidamente disputadas em sebos e zelosamente preservadas por colecionadores". - Revista UFO
Na sequência dessas linhas, no site da Revista UFO (linkado acima), há uma consistente e importante entrevista com a Dna. Irene Mazloum Granchi.
Postado na comuniade por: Maurício
Link para esse assunto na comunidade
Autor dessa postagem: Unknown às 10:53 1 COMENTÁRIOS
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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Kbely-Pennemünde-Mimoyecques
Os alemães de uma nação derrotada, pobre e humilhada na década de 20, se tornaram uma nação forte, estabilizada e tecnologicamente ativa e produtiva em meados de 30.
Um exemplo desses estudo, muito provavelmente um protótipo operacional, foi o BMW Flugelrad V-1, que era um disco voador propulsionado por um jato. Foi construido por uma equipe da engenharia da bmw, liderada pelo Dr. Miethe em 1943 e voou entre agosto e setembro do mesmo ano.
Outro exemplo, foi dos trabalhos desenvolvidos pelo Dr. Viktor Schauberger, que consistia numa aeronave que se sustentava através de um "vortex-tornado" que tinha propriedades magnéticas que levavam à levitação. Dois foram fabricados, e 1 voou muito bem, o outro bateu no teto do hangar e foi destruido. Depois disso Shauberger foi dispensado e a SS tomaram conta de todos os documentos e guardaram em local secreto. Depois da guerra, o Doutor foi levado para os EUA, e obrigado a assinar um contrato com uma empresa de fachada da Cia, concedendo a essa empresa todos os direitos sobre suas pesquisas. Ele voltou pra Áustria e morreu 5 dias depois.
Você deve estar perguntando-se: "Mas ninguem viu isso?" possivelmente não. Era tempo de guerra, quem cuidava da segurança era a própria SS, e todas as janelas de moradias próximas eram pintadas de preto. Quase com certeza se alguem viu, era pessoal do "Staff" e se não era, eles devem ter dado um fim no "bisbilhoteiro"... A "pequena" base situada no extremo norte, as margens do báltico, foi o lugar escolhido pelo governo alemão para ser desenvolvido mísseis guiados e aeronaves avançadas. Dos mísseis podemos citar o famoso V2 e o Wasserfall, que era um míssil especializado no combate aos bombardeiros pesados aliados, do tipo Terra-Ar (SAM Surface to air missile) primeiro desse tipo no mundo. O mestre por trás de tudo era o gênio, Dr. Werner Von Braun. E ele não estava só, participavam: 1. Technical Design Office (Walter J H "Papa" Riedel) 2. Aeroballistics and Mathematics Laboratory (Dr Hermann Steuding) 3. Wind Tunnel (Rudolph Hermann) 4. Materials Laboratory (Dr Mäder) 5. Flight, Guidance, and Telemetering Devices (German: Bord-, Steuer- und Messgeräte, BSM -- Ernst Steinhoff) 6. Development and Fabrication Laboratory (Arthur Rudolph) 7. Test Laboratory (Klaus Riedel) 8. Future Projects Office (Ludwig Roth) 9. Purchasing Office (Mr Genthe) Funcionava também o Instituto de Aerodinâmica e outras unidades menores de menor importância.





O Flugelrad V-1 foi construído em 1943 e fez seu primeiro vôo, em agosto / setembro desse ano, no aeródromo Prag / Kbely (como já mencionado acima). A idéia subjacente a esta estranha aeronave foi a utilização de deflexão dos gases de escape de um BMW 003 turbojato 12 para cima para fazer uma lâmina do disco (com um diâmetro 6 m) girar até 1800 rpm, em seguida, para redirecionar o escape simultaneamente para trás e para a alterar o passo das lâminas, assim era possível decolar, como em um Autogiro.
Assunto em debate aqui.
Postado na comunidade por: Gabriel
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