quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Dobras no Tempo

Tópico iniciado em 21/06/08, trata-se de um ótimo debate sobre a ocorrência de fenômenos astronômicos e [porque não] terrestre, envolvendo o tecido tempo-espaço, que é o que compõe o universo que conhecemos, como conhecemos. Começou com o relato do Membro Bruno, dizendo ter ouvido um estrondo-buraco-pessoas estranhas( humanos do futuro ou aliens? ) - clarão estrondo e depois o sumiço de tudo. Bom, cogitamos várias hipóteses, abordamos vários assuntos correlatos, entre eles o projeto / experimento Filadélfia, um pouco de física e alguns relatos históricos. Tivemos a participação de um membro, que é engenheiro e nos trouxe um parecer muito bom, esclarecedor sobre alguns pontos, e que serve como um ponto de referência para pesquisas futuras. Veja: “Fábio Relato curiosíssimo, e tocou justamente numa área que já pesquisei: as possíveis dobras de tempo-estupefatamente chocante para qualquer pessoa que se inicia nessa matéria: A força gravitacional não existe! O que existe é uma das leis do espaço-tempo. Toda e qualquer matéria (lembremos que, pela teoria de Einstein, Energia e Matéria são espaço! Quando estudei Física Moderna Avançada, a primeira coisa que meu professor disse foi uma coisa manifestações diferentes da mesma coisa; ou seja, energia também se configura nessa lei) distorce o espaço-tempo. O que conhecíamos pela teoria física de Newton como "atração gravitacional" é apenas uma das infinitas conseqüências daquela lei. A matéria, ao distorcer o espaço-tempo, cria um vortex dimensional, parecido com um ciclone, propulsando movimentos circulares ao que está perto. Vejamos o exemplo Sol-Terra. O Sol cria uma distorção espaço-temporal criando um "rodamoinho" que faz a outra matéria, a Terra, girar nele.[...]” Muito interessante, não é? Dobras no tempo, distorções eletromagnéticas, buracos negros, supernovas, tudo é ou está relacionado, mesmo não sendo assuntos diretamente ligados. Atente sempre para uma coisa, tudo, está relacionado, porém, de uma forma clara ou secundária, assim sendo, a resposta de uma pergunta pode ser a mesma resposta de um problema totalmente “fora” do eixo correlato.


Pois bem, nosso “eixo” principal foi o relato, ligamos esse fato a uma hipótese conhecida, e depois elaboramos várias hipóteses próprias com base em fatos comprovados. Assim, desejamos e atingimos um ponto de equilíbrio para buscar um único objetivo, que é a verdade, e não a auto-promoção, ou promover desinformação, tampouco expor ao ridículo pessoas que passam por experiências fora do comum, o que buscamos é acolher, analisar, compreender e ajudar de alguma forma. Assim realizamos nossa missão. É assim que agimos.

Para ver esse assunto sendo debatido clique AQUI

Postado na Comunidade por: Gabriel

Revisado por: Gabriel

1 Comentário:

Artanis Knarf disse...

belo post mestre gabriel!
Belo pontape inicial!

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